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Sangrando as Sanguessugas

Manticore (EUA)

Bleeding the Leeches

And all things will come in circles
As the dogs return to their vomit
Reeking with the stench of their pride
They refuse their crown of failure

And no one is fooled by their words
Their claims to be so devout and true
A pious leech preaching to the flock
Accept your crown of failure, now!

Begging and moaning like whores
At the feet of your impotent gods
Betraying all that you claim
And still cunting for the love of your "lords"

The feeblest of lambs
Ranting their hallowed nonsense
To the thoughtless masses they gloat
Still refusing their crown of failure

Espousing the virtues
Of their latest shit laced with piss
Entranced by the sound of their own voice
Wash your tongue of the semen, now!

We defecate on your idols
The icons you worship in vain
Your "ideals" to us are an amusement
A reminder of your frailty
And the day when come when all such vermin
Are cast out with the refuse

You may raise your chalice of nothing
And salute the leech that you are
Be certain and assured in the knowledge
You've been counted among Christ's flock
Be wary of all your days ahead
Your time will end sooner than thought
Expelled among the feces you've fed on
And buried in a liar's grave

We mock you!
Relentlessly!

Sangrando as Sanguessugas

E todas as coisas virão em círculos
Como os cães que voltam ao próprio vômito
Fedorentos com o cheiro do seu orgulho
Recusam a coroa do fracasso

E ninguém é enganado por suas palavras
Suas alegações de serem tão devotos e verdadeiros
Uma sanguessuga piedosa pregando para o rebanho
Aceite sua coroa de fracasso, agora!

Implorando e gemendo como prostitutas
Aos pés de seus deuses impotentes
Traindo tudo que você afirma
E ainda se rebaixando pelo amor de seus "senhores"

Os mais fracos dos cordeiros
Gritando suas tolices sagradas
Para as massas desatentas que se vangloriam
Ainda recusando sua coroa de fracasso

Defendendo as virtudes
De sua última merda misturada com urina
Hipnotizados pelo som de suas próprias vozes
Lave sua língua do sêmen, agora!

Nós defecamos sobre seus ídolos
Os ícones que você adora em vão
Seus "ideais" para nós são uma diversão
Um lembrete da sua fragilidade
E o dia chegará quando toda essa praga
Será expulsa junto com o lixo

Você pode erguer seu cálice de nada
E saudar a sanguessuga que você é
Esteja certo e seguro no conhecimento
De que você foi contado entre o rebanho de Cristo
Cuidado com todos os seus dias à frente
Seu tempo acabará mais cedo do que pensou
Expulso entre as fezes que você se alimentou
E enterrado na cova de um mentiroso

Nós zombamos de você!
Implacavelmente!

Composição: