Dark Passenger
Vast is the emptiness growing inside
Like a black hole sucking me in
A hollow casket buried deep, no ruin to cling onto
A destitute room without the comfort of despair
Bleaker than the face of a demon
Dark is the shadow-side, weary and cold
A haunted place where hopelessness grows
Out of its own accord the earth runs to dust, to dust through my hand
I’m lost in a haze, found in perpetual sleep
A near mortal sting, deadlier than a voodoo snake, sings me lullaby
In this deserted place I welcome you, I welcome you
I’m lost in a haze, found in perpetual sleep
A near mortal sting sings me lullaby
A vehicle broken and restored by unconditional love
The body is a vessel of God’s glory
As if by a chemical trick, I’m sedated with imagery
An illusion of truth and desire
Incidents I cannot recall, drowned in motion circular
A familiar dullness, the wheel of the wasteland
Passageiro escuro
Vast é o vazio crescendo dentro
Como um buraco negro me sugando
Um caixão oco enterrado profundamente, sem ruína para se agarrar
Um quarto carente sem o conforto do desespero
Mais sombrio que o rosto de um demônio
O escuro é o lado da sombra, cansado e frio
Um lugar assombrado onde a desesperança cresce
Por sua própria vontade a terra corre ao pó, ao pó através da minha mão
Estou perdido em uma névoa, encontrado em sono perpétuo
Uma picada quase mortal, mais mortal que uma cobra vudu, canta minha canção de ninar
Neste lugar deserto eu te recebo, eu te recebo
Estou perdido em uma névoa, encontrado em sono perpétuo
Uma picada quase mortal canta minha canção de ninar
Um veículo quebrado e restaurado pelo amor incondicional
O corpo é um vaso da glória de Deus
Como se por um truque químico, eu estou sedado com imagens
Uma ilusão de verdade e desejo
Incidentes que não consigo lembrar, afogou-se em movimento circular
Um entorpecimento familiar, a roda do terreno baldio