Gente Corriente (part. Juanes)
Soy de la gente corriente que viene y que va
Soy como un perro encerrado queriendo escapar
A veces tomo pastillas, me cuesta dormir
Sé que no soy lo suficientemente bueno para ti
Siempre ha sido complicado para mí
Eso que tú ves tan fácil para ti
¿Qué es esto atravesado que tengo en el cuello?
Que la lleva cortando igual que un puñal
Ya sé que a ti te pasa lo mismo podemos dejarnos odiar
Y si voy a luchar con las manos atadas
Al menos déjame que me quede sin voz
Saca la mierda fuera y que valga de algo esta maldita canción
Sí, soy un hombre asustado con miedo
Y me acorralas, disparo con hielo
No eres tú yo soy así
No eres tú yo soy así
Nos enseñaron la tabla del cuatro
Nunca entendí por qué no nos contaron
Cómo tratar de salir
Cuando nos toca sufrir
Siempre ha sido complicado para mí
Eso que tú ves tan fácil para ti
¿Qué es esto atravesado que tengo en el cuello?
Que la lleva cortando igual que un puñal
Ya sé que a ti te pasa lo mismo podemos dejarnos odiar
Si vamos a luchar con las manos atadas
Al menos déjame que me quede sin voz
Saca la mierda fuera y que valga de algo esta maldita canción
La rabia, los gritos, no te necesito otra vez
Yo sigo queriendo entenderlos yo sé que tú también
Soy de la gente corriente que viene y que va
Soy como un perro encerrado queriendo escapar
Uoh oh, oh, oh
Uoh oh, oh, oh
Uoh oh, oh, oh
Uoh oh, oh
Y si voy a luchar con las manos atadas
Al menos déjame que me quede sin voz
Saca la mierda fuera y que valga de algo esta maldita canción
Uoh oh, oh, oh
Uoh oh, oh, oh
Uoh oh, oh, oh
Uoh oh, oh
Gente Comum (part. Juanes)
Sou da gente comum que vem e que vai
Sou como um cachorro preso querendo escapar
Às vezes tomo remédios, me custa a dormir
Sei que não sou bom o suficiente pra você
Sempre foi complicado pra mim
Isso que você vê tão fácil pra você
O que é isso atravessado que tenho no pescoço?
Que corta igual a uma faca afiada
Já sei que você passa pelo mesmo, podemos nos deixar odiar
E se eu vou lutar com as mãos amarradas
Pelo menos me deixe ficar sem voz
Tira essa merda de dentro e que essa maldita canção valha a pena
Sim, sou um homem assustado com medo
E você me encurrala, atiro com gelo
Não é você, sou eu assim
Não é você, sou eu assim
Nos ensinaram a tabuada do quatro
Nunca entendi por que não nos contaram
Como tentar sair
Quando nos toca sofrer
Sempre foi complicado pra mim
Isso que você vê tão fácil pra você
O que é isso atravessado que tenho no pescoço?
Que corta igual a uma faca afiada
Já sei que você passa pelo mesmo, podemos nos deixar odiar
Se vamos lutar com as mãos amarradas
Pelo menos me deixe ficar sem voz
Tira essa merda de dentro e que essa maldita canção valha a pena
A raiva, os gritos, não preciso de você de novo
Eu sigo querendo entender, eu sei que você também
Sou da gente comum que vem e que vai
Sou como um cachorro preso querendo escapar
Uoh oh, oh, oh
Uoh oh, oh, oh
Uoh oh, oh, oh
Uoh oh, oh
E se eu vou lutar com as mãos amarradas
Pelo menos me deixe ficar sem voz
Tira essa merda de dentro e que essa maldita canção valha a pena
Uoh oh, oh, oh
Uoh oh, oh, oh
Uoh oh, oh, oh
Uoh oh, oh
Composição: Manuel Carrasco