Respétame (part. Kany García)
Respétame, no me sigas matando
Le dijo una vez más sobre su orilla
El nudo en la garganta está apretando
Respétame, no me pises la herida
Y guárdate, la rabia que nos queda
Para buscar una salida siendo dignos
Si nos lo debemos después de la hoguera
Respétame, con los ojos le dijo
Porque no me reconozco y cada vez hablo más bajo
Dime, ¿en quién te has convertido?
No sé dónde te enseñaron
Y no pidas lo que nunca diste, sin exigir algo a cambio
Y que nos mate, si es preciso, la furia de la verdad
Porque no me reconozco y cada vez hablo más bajo
Escúchame, el verbo que no cesa
Y escúchate y no vuelvas a decirlo
Las palabras cansadas, la impotencia
El golpe bajo que destroza y que inventaste sin aviso
Y míranos, la culpa va sin frenos
Y nos llevan los demonios, no hay clemencia
Dispara por la espalda, que te espero
Y dame la extremaunción de recompensa
Porque no me reconozco y cada vez hablo más bajo
Dime, ¿en quién te has convertido?
No sé dónde te enseñaron
Y no pidas lo que nunca diste, sin exigir algo a cambie
Y que nos mate, si es preciso, la furia de la verdad
Porque no me reconozco y cada vez hablo más bajo
Dime, ¿en quién te has convertido?
No quiero, no quiero callar
Y no pidas lo que nunca diste, sin exigir algo a cambio
Y que nos mate, si es preciso, la furia de la verdad
La furia de la verdad
Respétame
Ay, escúchame
Uh, respétame
Respeite-me (part. Kany García)
Respeite-me, não me siga matando
Disse mais uma vez à beira do rio
O nó na garganta tá apertando
Respeite-me, não pise na ferida
E guarde, a raiva que nos resta
Pra buscar uma saída com dignidade
Se devemos isso depois da fogueira
Respeite-me, com os olhos ela disse
Porque não me reconheço e cada vez falo mais baixo
Diga, em quem você se tornou?
Não sei onde te ensinaram
E não peça o que nunca deu, sem exigir algo em troca
E que nos mate, se for preciso, a fúria da verdade
Porque não me reconheço e cada vez falo mais baixo
Escute-me, o verbo que não cessa
E escute-se e não volte a dizer isso
As palavras cansadas, a impotência
O golpe baixo que destrói e que você inventou sem aviso
E olhe pra nós, a culpa vai sem freios
E os demônios nos levam, não há clemência
Atire pelas costas, que eu te espero
E me dê a extrema-unção de recompensa
Porque não me reconheço e cada vez falo mais baixo
Diga, em quem você se tornou?
Não sei onde te ensinaram
E não peça o que nunca deu, sem exigir algo em troca
E que nos mate, se for preciso, a fúria da verdade
Porque não me reconheço e cada vez falo mais baixo
Diga, em quem você se tornou?
Não quero, não quero calar
E não peça o que nunca deu, sem exigir algo em troca
E que nos mate, se for preciso, a fúria da verdade
A fúria da verdade
Respeite-me
Ai, escute-me
Uh, respeite-me
Composição: Dayana Medinaceli