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Tangos da Praça

Manuel Lombo

Tangos de La Plaza

La plaza por ser la plaza tiene una mitad de oro
Y la otra mitad de plata.
La otra mitad de plata,
Se enciende el sol por un "lao"
Y por el otro se apaga.
Por un "lao" es abanico, por otro media naranja.
Los dos juntos redondean el circulo de la plaza
En un suelo y en un cielo
Que son desiertos del alma.

Y esa música, ese cante,
Ese melodioso eco que escuchamos con los ojos
Y con los oídos vemos.
Esa soledad sonora de música de silencio,
Ese inaudito invisible sabe que es amo del tiempo.
Esa ilusión del "sentío",
Saber y sabor torero
Que es más que romero y paula,
Quinta esencia del toreo.

La plaza por ser la plaza tiene una mitad de oro
Y la otra mitad de plata.
Esa soledad sonora de música de silencio,
Ese inaudito invisible sabe que es amo del tiempo.
Esa ilusión del "sentío",
Saber y sabor torero
Que es más que romero y paula,
Quinta esencia del toreo.
La plaza...

Tangos da Praça

A praça, por ser a praça, tem uma metade de ouro
E a outra metade de prata.
A outra metade de prata,
O sol se acende de um lado
E do outro se apaga.
De um lado é leque, do outro é metade da laranja.
Os dois juntos formam o círculo da praça
Em um chão e em um céu
Que são desertos da alma.

E essa música, esse canto,
Esse eco melodioso que ouvimos com os olhos
E com os ouvidos vemos.
Essa solidão sonora de música do silêncio,
Esse inaudito invisível sabe que é o mestre do tempo.
Essa ilusão do "sentido",
Saber e sabor de toureiro
Que é mais que alecrim e paula,
Quinta essência do toreo.

A praça, por ser a praça, tem uma metade de ouro
E a outra metade de prata.
Essa solidão sonora de música do silêncio,
Esse inaudito invisível sabe que é o mestre do tempo.
Essa ilusão do "sentido",
Saber e sabor de toureiro
Que é mais que alecrim e paula,
Quinta essência do toreo.
A praça...

Composição: