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Quando Fecho Meus Olhos

Manuel Lombo

Cuando Cierro Mis Ojos

Veo al alba por mi ventana
Mientras que el mundo duerme en su cama,
Mi corazón triste se levanta
Sin tu presencia algo le falta
Y duele, y duele, ay... duele.
Como gotas de sal sientan a mi herida
Se me escuece el alma con tu partida.
Yo vivo de recuerdos y un sueño amargo,
Mil primaveras con su letargo duerme

Cuando cierro mis ojos vienes a verme
Pero te vas tan pronto como despierte.
Busco tantas cosas que nada encuentro,
Solo me encuentro a veces con tu silencio.
Cuando cierro mis ojos vienes a verme,
Pero te vas tan pronto como despierte.
Busco tantas cosas que nada encuentro,
Solo me encuentro a veces con tu silencio
Y no sabes como me duele, amor.
No sabes como me duele...

Ese brillo de tu mirada
Cuando te acercas de madrugada,
Quiero ser brisa por tu cintura
Que nadie sepa de mi locura
Que duele, y duele, ay.. duele
Como gotas de sal sientan a mi herida
Se me escuece el alma con tu partida.
Yo vivo de recuerdos y un sueño amargo,
Mil primaveras con su letargo duerme

Cuando cierro mis ojos vienes a verme
Pero te vas tan pronto como despierte.
Yo busco tantas cosas que nada encuentro,
Solo me encuentro a veces con tu silencio.
Cuando cierro mis ojos vienes a verme,
Pero te vas tan pronto como despierte.
Busco tantas cosas que nada encuentro,
Solo me encuentro a veces con tu silencio
Y no sabes como me duele, amor.
No sabes como me duele...

Quando Fecho Meus Olhos

Vejo o amanhecer pela minha janela
Enquanto o mundo dorme na cama,
Meu coração triste se levanta
Sem sua presença, algo lhe falta
E dói, e dói, ai... dói.
Como gotas de sal caem na minha ferida
A alma arde com sua partida.
Eu vivo de lembranças e um sonho amargo,
Mil primaveras dormem em seu letargo.

Quando fecho meus olhos, você vem me ver
Mas vai embora tão logo eu desperte.
Busco tantas coisas que nada encontro,
Só me encontro às vezes com seu silêncio.
Quando fecho meus olhos, você vem me ver,
Mas vai embora tão logo eu desperte.
Busco tantas coisas que nada encontro,
Só me encontro às vezes com seu silêncio
E você não sabe como me dói, amor.
Não sabe como me dói...

Esse brilho do seu olhar
Quando você se aproxima de madrugada,
Quero ser brisa na sua cintura
Que ninguém saiba da minha loucura
Que dói, e dói, ai... dói.
Como gotas de sal caem na minha ferida
A alma arde com sua partida.
Eu vivo de lembranças e um sonho amargo,
Mil primaveras dormem em seu letargo.

Quando fecho meus olhos, você vem me ver
Mas vai embora tão logo eu desperte.
Eu busco tantas coisas que nada encontro,
Só me encontro às vezes com seu silêncio.
Quando fecho meus olhos, você vem me ver,
Mas vai embora tão logo eu desperte.
Busco tantas coisas que nada encontro,
Só me encontro às vezes com seu silêncio
E você não sabe como me dói, amor.
Não sabe como me dói...

Composição: