Camino
Soy
Un cielo de acordeones
De merengues y sones
De muchos corazones que se entregan, sí, yo soy
Camino de vereda
La luz de primavera que se enciende y que entiende
Que a dónde yo vaya, voy
Abriendo un nuevo espacio
No me tumba el cansancio de los años
Ni camino que me quedé por andar
Alguien me dijo
¿De dónde es usted?
Que canta tan bonito esa parranda
Si es tan amable toque la otra vez
Quiero escuchar de nuevo su guitarra
Hoy
Recuerdo de mi pueblo
De vallenatos viejos y canciones que formaron en mi alma lo que soy
Como un fuerte aguacero
De lluvia y desespero que se calma cuando canta
Nuevamente está canción
Que se queda en el tiempo
No cambia de momento ni sus letras
Si no hay frases que queden por terminar
Alguien me dijo
¿De dónde es usted?
Que canta tan bonito esa parranda
Si es tan amable toque la otra vez
Quiero escuchar de nuevo su guitarra
Escuchar su guitarra
Hay tanto por andar
Buscando ese lugar
Y los caminos que escondidos
Me hacen regresar
Me volveré a marchar
Y en esta melodía te vuelvo a cantar
Alguien me dijo
¿De dónde es usted?
Que canta tan bonito esa parranda
Si es tan amable toque la otra vez
Quiero escuchar de nuevo su guitarra
Alguien me dijo (alguien me dijo)
¿De dónde es usted?
Que canta tan bonito esa parranda (si es tan amable toque la otra vez)
Si es tan amable toque la otra vez
Quiero escuchar de nuevo su guitarra
Soy
Del cielo de acordeones
De merengues y sones
De muchos corazones que se entregan, sí, yo soy
Un cielo de acordeones
De merengues y sones
De muchos corazones que se entregan, sí, yo soy
Un cielo de acordeones (alguien me dijo)
De merengues y sones
De muchos corazones que se entregan, sí, yo soy
Un cielo de acordeones
De merengues y sones
De muchos corazones que se entregan, sí, yo soy
Un cielo de acordeones
De muchos corazones que se entregan, sí, yo soy
Recuerdos de mi pueblo
De vallenatos viejos y canciones que formaron en mi alma lo que soy
Caminho
Sou
Um céu de acordeões
De merengues e sons
De muitos corações que se entregam, sim, eu sou
Caminho de calçada
A luz da primavera que se acende e que entende
Que aonde eu for, vou
Abrindo um novo espaço
O cansaço dos anos não me derruba
Nem o caminho que ainda falta andar
Alguém me disse
De onde você é?
Que canta tão bonito essa festa
Se for tão gentil, toque de novo
Quero ouvir sua guitarra novamente
Hoje
Lembro do meu povo
De vallenatos antigos e canções que formaram na minha alma o que sou
Como uma forte chuva
De chuva e desespero que se acalma quando canta
Novamente essa canção
Que fica no tempo
Não muda de momento nem suas letras
Se não há frases que fiquem por terminar
Alguém me disse
De onde você é?
Que canta tão bonito essa festa
Se for tão gentil, toque de novo
Quero ouvir sua guitarra novamente
Ouvir sua guitarra
Há tanto por andar
Buscando esse lugar
E os caminhos que escondidos
Me fazem voltar
Vou me embora de novo
E nessa melodia eu canto pra você de novo
Alguém me disse
De onde você é?
Que canta tão bonito essa festa
Se for tão gentil, toque de novo
Quero ouvir sua guitarra novamente
Alguém me disse (alguém me disse)
De onde você é?
Que canta tão bonito essa festa (se for tão gentil, toque de novo)
Se for tão gentil, toque de novo
Quero ouvir sua guitarra novamente
Sou
Do céu de acordeões
De merengues e sons
De muitos corações que se entregam, sim, eu sou
Um céu de acordeões
De merengues e sons
De muitos corações que se entregam, sim, eu sou
Um céu de acordeões (alguém me disse)
De merengues e sons
De muitos corações que se entregam, sim, eu sou
Um céu de acordeões
De merengues e sons
De muitos corações que se entregam, sim, eu sou
Um céu de acordeões
De muitos corações que se entregam, sim, eu sou
Lembranças do meu povo
De vallenatos antigos e canções que formaram na minha alma o que sou
Composição: Carlos Enrique Huertas