Regalo de Amor
Al entregarte mi vida
quedé sin pies por el mundo
de mis cabellos tiraba una soga cruel
que arrastraba mis pasos
y nombraba tu nombre
y hacía andar.
Quise quitarte la tuya y tú por fuerza esquivaste
uno y más de mil golpes que quise dar... que quise dar...
Por recuperar mi vieja alma eché a correr
entre escenarios y recuerdos yo fui a dar
entre días y noches de sopor yo la busqué
y entre la basura más inmunda me encontré
y ahí la hallé... y la hallé...
y la hallé... y la hallé... y la hallé...
Son viejos regalos echados a perder
son historias de amor, son cuentos viejos
son historias de honor de poco precio
son regalos viejos echados a perder.
Presente de Amor
Ao te entregar minha vida
fiquei sem chão pelo mundo
com meus cabelos puxando uma corda cruel
que arrastava meus passos
e mencionava seu nome
e fazia andar.
Quis tirar a sua e você, na força, desviou
um e mais mil golpes que quis dar... que quis dar...
Para recuperar minha velha alma, saí correndo
entre cenários e lembranças eu fui parar
entre dias e noites de tédio eu a procurei
e entre o lixo mais imundo me encontrei
e lá a encontrei... e a encontrei...
e a encontrei... e a encontrei... e a encontrei...
São velhos presentes jogados fora
são histórias de amor, são contos antigos
são histórias de honra de pouco valor
são presentes velhos jogados fora.