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Falso amor

Mar De Copas

Falso amor

Cae la noche a tu boca
que Dios te lo crea,
la ciudad da la hora en tu amor,
en tu amor.

Comenzar
cuatro de la mañana
ahora es fiesta ya por el alcohol,
el alcohol.

Voy a salir de fe,
voy de norte buscando calor
y a tu pelo rezar
que a tus manos me lleve.

De qué sirve el amor,
si me muero por ti,
si no puedo vivir sin tu amor,
si yo digo que sí,
si tú, siempre, me dices que no.

Y llegar, otra vez,
a mi boca, tus piernas; tan blancas, al sol
de tus labios de sal, que a tu pecho me lleve

De qué sirve el amor,
si matabas mi aliento
con solo mirarte amor,
si tan pálido estoy ,
sin tu cálido y falso amor

Falso amor

Cai a noite na sua boca
que Deus te crie,
a cidade marca a hora do seu amor,
do seu amor.

Começar
quatro da manhã
agora é festa já por causa do álcool,
do álcool.

Vou sair com fé,
vou pro norte buscando calor
e a sua beleza rezar
que suas mãos me levem.

De que adianta o amor,
se eu morro por você,
se não consigo viver sem seu amor,
se eu digo que sim,
e você, sempre, me diz que não.

E chegar, de novo,
a minha boca, suas pernas; tão brancas, ao sol
dos seus lábios de sal, que me levem ao seu peito.

De que adianta o amor,
se você matava meu fôlego
só com um olhar, amor,
se estou tão pálido,
sentindo falta do seu calor e falso amor.

Composição: