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Ar Livre

Marble Arch

Dead Air

Again I sense this devil near my ear
As every time my self-esteem's neglecting fear
He speaks a language of used and broken hearts
Of loneliness and of hate that seldom flows apart
But I still believe that time will tell someday
Why frozen dreams never melt by the bliss in your heart
But every single tiny touch pressures me
To kneel for an uncertainty so real
So I left again the scene where unity feels singular
and where demons scheme in my plagued haunted dreams
And I hide my eyes so that you can't see how I fight
These vivid plans which are blocking sight for me
But I still believe that time will tell someday
Why frozen dreams never melt by the bliss in your heart
But every single tiny touch pressures me
To kneel for an uncertainty so real
I know these moments soon will pass
Like caravans of doubt like the morning chill
When dignity feels like nothing and when every tear is freezing
Then you drag me out from the dark dead air that only I am breathing
But I still believe that time will tell someday
Why frozen dreams never melt by the bliss in your heart
But every single tiny touch pressures me
To kneel for an uncertainty so real

Ar Livre

De novo sinto esse diabo perto do meu ouvido
Como toda vez que minha autoestima ignora o medo
Ele fala uma língua de corações usados e quebrados
De solidão e de ódio que raramente se separam
Mas eu ainda acredito que um dia o tempo dirá
Por que sonhos congelados nunca derretem pela felicidade no seu coração
Mas cada toque minúsculo me pressiona
A me ajoelhar por uma incerteza tão real
Então eu deixei de novo a cena onde a unidade se sente singular
E onde demônios tramam em meus sonhos assombrados
E eu escondo meus olhos para que você não veja como eu luto
Esses planos vívidos que bloqueiam minha visão
Mas eu ainda acredito que um dia o tempo dirá
Por que sonhos congelados nunca derretem pela felicidade no seu coração
Mas cada toque minúsculo me pressiona
A me ajoelhar por uma incerteza tão real
Eu sei que esses momentos logo passarão
Como caravana de dúvidas, como o frio da manhã
Quando a dignidade não vale nada e quando cada lágrima está congelando
Então você me arrasta para fora do ar morto que só eu estou respirando
Mas eu ainda acredito que um dia o tempo dirá
Por que sonhos congelados nunca derretem pela felicidade no seu coração
Mas cada toque minúsculo me pressiona
A me ajoelhar por uma incerteza tão real

Composição: