Soggetto Umano
Quel tuo sorriso spesso un po' indeciso
Mi trattiene a te
E quei tuoi baci un po' disordinati
Che tu dai me
Adesso meno
Sempre di meno
Non esisto quasi più
Io camminerò per la mia strada
Sola finché io non ti avrò scordata
Io con l'anima nelle mie mani
Io nel pugno stretto il mio domani
Nell'abisso vaga abbandonata la mia mente
Mai nessuno mai ti ha amato tanto veramente
E se fossi donna e non arlecchino come sono
Io ti odierei con quella rabbia che non trovo
Io
Ma io non so ricominciare
Io
Sto male se ti vedo andare
Aprire un ponte sulla tua arroganza
Non lo voglio più
E in fondo credo di voler davvero
Quello che sei tu
Soggetto umano
Umano amare
E sbagliare sempre più
Sujeito Humano
Aquele seu sorriso, às vezes meio incerto
Me prende a você
E aqueles seus beijos, um pouco desordenados
Que você me dá
Agora menos
Cada vez menos
Quase não existo mais
Eu vou caminhar pelo meu caminho
Sozinha até eu te esquecer
Eu com a alma nas minhas mãos
Eu com o futuro apertado no punho
No abismo vagueia abandonada minha mente
Nunca ninguém te amou tanto de verdade
E se eu fosse mulher e não palhaço como sou
Eu te odiaria com essa raiva que não encontro
Eu
Mas eu não sei recomeçar
Eu
Fico mal se te vejo ir
Abrir uma ponte sobre sua arrogância
Não quero mais
E no fundo, acho que realmente quero
Aquilo que é você
Sujeito humano
Humano amar
E errar cada vez mais