De Haber Sabido
De haber querido
y alguno de nosotros dos se hubiera ido.
De haber buscado,
seguro estoy,
de nunca habernos encontrado.
Son estas cosas,
que no se explican, ni con todas las palabras.
Son estas cosas,
que ven tus ojos justo antes de que los abras.
De haber sabido,
que el solo vernos, nos llevo hasta lo prohibido;
habriamos hecho,
lo imposible por no habernos conocido.
Son estas cosas,
que en el amor se dan sin mas explicaciones,
que el palpitar intenso de los corazones
que dan las gracias de haber nacido.
Son estas cosas,
que no concuerdan con las prisas de este mundo,
que he preferido y no saber cual es mi rumbo
a esto que siento, no haber sentido.
Se Eu Soubesse
Se eu tivesse querido
E um de nós dois tivesse ido.
Se eu tivesse procurado,
Tenho certeza,
Que nunca teríamos nos encontrado.
São essas coisas,
Que não se explicam, nem com todas as palavras.
São essas coisas,
Que seus olhos veem justo antes de abrirem.
Se eu soubesse,
Que só de nos vermos, fomos parar no proibido;
Teríamos feito,
O impossível para não nos conhecermos.
São essas coisas,
Que no amor acontecem sem mais explicações,
Que o pulsar intenso dos corações
Agradece por ter nascido.
São essas coisas,
Que não combinam com a pressa desse mundo,
Que eu preferiria não saber qual é meu rumo
A isso que sinto, não ter sentido.
Composição: Marco Antonio Solís