Ladrón de Buena Suerte
Yo robe de tus ojos un festejo de esperanza
De tus labios la sonrisa fiel,
De tus ojos un festejo que soñe,
Siempre fui el espia que robaba tus encanto,
Desde lejos hasta que encontre,
En tus brazo el dueño de lo que robe.
Hasta aqui llego el ladron de buena suerte,
Alguin vino a reclamar lo que tenia,
Hablo fuerte y me grito que no eresmia,
Todo lo que yo guarda el se llebo,
Desde hoy puedo llevar aqui en mi pecho,
La ilusion que poco a poco construia,
Ahora solo al callar tengo derecho.
A el amor que en sueño me hizo tan feliz.
Siempre fui el espia que robaba tus encanto,
Desde lejo hasta que encontre,
De tus brazo el dueño de lo que robe
Hasta aqui llego el ladron de buena suerte,
Alguin vino a reclamar lo que tenia,
Hablo fuerte y me grito que no eresmia,
Todo lo que yo guarda el se llebo,
Desde hoy puedo llevar aqui en mi pecho,
La ilusion que poco a poco construia,
Ahora solo al callar tengo derecho.
A el amor que en sueño me hizo tan feliz.
Ladrão de Boa Sorte
Eu roubei dos seus olhos uma festa de esperança
Do seus lábios, o sorriso sincero,
Dos seus olhos, uma festa que sonhei,
Sempre fui o espião que roubava seu encanto,
De longe até que encontrei,
Nos seus braços o dono do que roubei.
Até aqui chegou o ladrão de boa sorte,
Alguém veio reclamar o que eu tinha,
Falou alto e gritou que não era meu,
Tudo que eu guardava, ele levou,
A partir de hoje posso levar aqui no meu peito,
A ilusão que pouco a pouco construía,
Agora só ao calar tenho direito.
Ao amor que em sonho me fez tão feliz.
Sempre fui o espião que roubava seu encanto,
De longe até que encontrei,
Nos seus braços o dono do que roubei.
Até aqui chegou o ladrão de boa sorte,
Alguém veio reclamar o que eu tinha,
Falou alto e gritou que não era meu,
Tudo que eu guardava, ele levou,
A partir de hoje posso levar aqui no meu peito,
A ilusão que pouco a pouco construía,
Agora só ao calar tenho direito.
Ao amor que em sonho me fez tão feliz.
Composição: Marco Antonio Solís