Muros altos, paisagens, telhas, pedras de qualquer lugar
Sentimentos e palavras, poesias que me fazem chorar
Desde quando eu te amei
Cerração, fecha meus olhos, não quero ver que eu não existo
Meus caminhos e cidades são os mesmos teus lugares daí
E há fumaças que sufocam com tristezas e distâncias de ti
Nas fogueiras onde me aqueci
Nunca mais eu quis voltar
Cerração, fecha meus olhos, não quero ver que eu não existo
Meu semblante entristecido em companhia desta solidão
E meus olhos feito nuvens a chover em tardes de verão
Desde quando eu te amei
Cerração, fecha meus olhos, não quero ver que eu não existo
Muros altos, paisagens, telhas, pedras de qualquer lugar
Sentimentos e palavras, poesias que me fazem chorar
Desde quando eu te amei
Meus caminhos e cidades são os mesmos teus lugares daí
E há fumaças que sufocam com tristezas e distâncias de ti
Nas fogueiras onde me aqueci
Nunca mais eu quis voltar
Meu semblante entristecido em companhia desta solidão
E meus olhos feito nuvens a chover em tardes de verão
Desde quando eu te amei
Cerração, fecha meus olhos, não quero ver que eu não existo
Mas as lágrimas vertidas são vestígios do que eu mereci
Desde quando me entreguei a ti
Mas as lágrimas vertidas são vestígios do que eu mereci
Desde quando me entreguei a ti
Desde quando me entreguei a ti
Nunca mais eu quero amar
Cerração, fecha meus olhos, não quero ver que eu não existo