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Lembrança das Fogueiras

Marco Cirilo

Muros altos, paisagens, telhas, pedras de qualquer lugar
Sentimentos e palavras, poesias que me fazem chorar
Desde quando eu te amei

Cerração, fecha meus olhos, não quero ver que eu não existo

Meus caminhos e cidades são os mesmos teus lugares daí
E há fumaças que sufocam com tristezas e distâncias de ti
Nas fogueiras onde me aqueci
Nunca mais eu quis voltar

Cerração, fecha meus olhos, não quero ver que eu não existo

Meu semblante entristecido em companhia desta solidão
E meus olhos feito nuvens a chover em tardes de verão
Desde quando eu te amei

Cerração, fecha meus olhos, não quero ver que eu não existo

Muros altos, paisagens, telhas, pedras de qualquer lugar
Sentimentos e palavras, poesias que me fazem chorar
Desde quando eu te amei

Meus caminhos e cidades são os mesmos teus lugares daí
E há fumaças que sufocam com tristezas e distâncias de ti
Nas fogueiras onde me aqueci
Nunca mais eu quis voltar

Meu semblante entristecido em companhia desta solidão
E meus olhos feito nuvens a chover em tardes de verão
Desde quando eu te amei

Cerração, fecha meus olhos, não quero ver que eu não existo

Mas as lágrimas vertidas são vestígios do que eu mereci
Desde quando me entreguei a ti
Mas as lágrimas vertidas são vestígios do que eu mereci
Desde quando me entreguei a ti
Desde quando me entreguei a ti
Nunca mais eu quero amar

Cerração, fecha meus olhos, não quero ver que eu não existo

Composição: Marco Cirilo