De Cara Al Lodo
Hoy preciso tu amor, de luna llena
Lo preciso aunque se, que me quema
Este amor que no es mas, que mil vasos vacíos
Sedientos de tu mar, de agua dulce y cariño
Mas, tu me expulsas de tu ser
Como aquel pez que esta sin vida
Sin importarte nada, sin importarte todo
Me dejas sin mañana de cara al lodo
Si me preguntan, prefiero estar así, mojado de ti
Aunque sea en tu orilla, Por siempre en tu orilla
Aunque sea en tu orilla, Por siempre en tu orilla
Yo me quiero mojar en ti como un niño
Que juega con el mar sin importarle el frío
Y me me quiero robar de ti las mas negras perlas
Que habitan mas allá de tus aguas muertas
Mas tu me expulsas de tu ser
Como aquel pez que esta sin vida
Sin importarte nada, sin importarte todo
Me dejas sin mañana, de cara al lodo
Si me preguntan, prefiero estar asi, mojado de ti
Aunque sea en tu orilla, Por siempre en tu orilla
Mojado en tu orilla, Por siempre en tu orilla
De cara a lama
Hoje preciso do seu amor, lua cheia
Eu preciso disso, isso me queima
Esse amor que não é mais que mil copos vazios
Sedento pelo seu mar, água doce e amor
Mas você me expulsa do seu ser
Como aquele peixe que é sem vida
Sem se importar com nada, sem se importar com tudo
Você me deixa sem amanhã de frente para a lama
Se você me perguntar, eu prefiro ser assim, molhado com você
Mesmo na sua costa, para sempre na sua costa
Mesmo na sua costa, para sempre na sua costa
Eu quero me molhar em você como uma criança
Que brinca com o mar sem se importar com o frio
E eu quero roubar de você as pérolas mais negras
Que habitam além de suas águas mortas
Mas você me expulsa do seu ser
Como aquele peixe que é sem vida
Sem se importar com nada, sem se importar com tudo
Você me deixa sem amanhã, encarando a lama
Se você me perguntar, eu prefiro ser assim, molhado com você
Mesmo na sua costa, para sempre na sua costa
Molhe em sua costa, para sempre em sua costa
Composição: Marco Adolfo Osejo Granda