Angeles de mazapan
Down les dio su nombre para el resto de la humanidad
Por un cromosoma de mas
A otros al nacer les señalaron por error
Por negligencia o accidente disminuidos para siempre
Y yo que creo que lo has hecho todo bello y todo bien
Me he preguntado tantas veces el por que
Hasta que vi en sus ojos el fulgor el sello de un ser superior
El brillo plateado de tu rostro disfrazado
Pequeños angeles de mazapan
Mas inquietantes que un volcan
Capaces de romper el corazon mas duro
Llenan el valle con burbujas de aire puro
Son emisarios de la paz
Dejan tu huella por donde van
Nunca sabran cuanto cariño son capaces de generar
Donde otros denuncian injusticias del azar
Yo he visto tu mano y tu bondad
Porque en sus miradas siempre hay una invitacion
Una pregunta tan sencialla
Que es medicina al corazon
Y se me acaban los lamentos se me nubla toda queja
Se me desenreda sola mi madeja
Y su inocencia mima y cura
Mi corazon desfallecido y reconozco tu escritura
Aunque el renglon este torcido
Pequeños angeles de mazapan
Llevan por dentro un huracan
Un estallido de silencio en la batalla
Un cirro blanco en el azul de la mañana
Son mensajeros del amor
Llegan de lejos buscando el sol
Y se introducen sin permiso en lo profundo
Del corazon
Capaces de romper el corazon mas duro
Llenan el valle con burbujas de aire puro
Son emisarios de la paz
Dejan tu huella por donde van
Nunca sabran cuanto cariño son capaces de generar
Jamas sabran cuanta ternura les gotea de los dedos
Al pasar...
Anjos de Marzipã
Dizem que seu nome é para o resto da humanidade
Por um cromossomo a mais
A outros, ao nascer, marcaram por engano
Por negligência ou acidente, diminuídos para sempre
E eu que acredito que você fez tudo belo e tudo certo
Me perguntei tantas vezes o porquê
Até que vi em seus olhos o fulgor, o selo de um ser superior
O brilho prateado do seu rosto disfarçado
Pequenos anjos de marzipã
Mais inquietantes que um vulcão
Capazes de quebrar o coração mais duro
Preenchem o vale com bolhas de ar puro
São emissários da paz
Deixam sua marca por onde vão
Nunca saberão quanto carinho são capazes de gerar
Onde outros denunciam injustiças do acaso
Eu vi sua mão e sua bondade
Porque em seus olhares sempre há um convite
Uma pergunta tão simples
Que é remédio para o coração
E se me acabam os lamentos, se se nublam todas as queixas
Se desenrola sozinha minha madeixa
E sua inocência acaricia e cura
Meu coração desfalecido e reconheço sua escrita
Embora a linha esteja torta
Pequenos anjos de marzipã
Carregam por dentro um furacão
Uma explosão de silêncio na batalha
Um cirro branco no azul da manhã
São mensageiros do amor
Chegam de longe buscando o sol
E se introduzem sem permissão no profundo
Do coração
Capazes de quebrar o coração mais duro
Preenchem o vale com bolhas de ar puro
São emissários da paz
Deixam sua marca por onde vão
Nunca saberão quanto carinho são capazes de gerar
Jamais saberão quanta ternura lhes goteia dos dedos
Ao passar...