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Leve-me para Casa

Mari Santanna

Take Me Home

Dust settles slow on the tailgate rust
Grandpa's boots still holdin' trust
Screen door slams like a hymn we know
Porch light hummin' where the fireflies glow
Barbed wire fence and a rusted gate
Guardin' a home that won't wait

Livin' on gravel roads and Sunday grace
Countin' the stars in a wide-open space
Tractor hums where the whiskey pours
Boots on the porch, heart out the door
Under a sky paintin' amber and blue
This dirt road home, it's carryin' you

Cicadas sing when the Sun goes down
Ain't no traffic, ain't no town
Just a pickup truck and a gravel lane
Cuttin' through the fields of grain
Momma's kitchen, biscuits and thyme
This slow-burn life, right on time

Take me back where the crickets play
Where the hay bales lean at the end of day
Where the river bends and the willows sway
I ain't ever leavin', I ain't ever leavin'

Feel it risin', feel it risin' now
Same old dust on the same old plow
Nothin' fancy, nothin' but true

Livin' on gravel roads and Sunday grace
Countin' the stars in a wide-open space
Tractor hums where the whiskey pours
Boots on the porch, heart out the door
Under a sky paintin' amber and blue
This dirt road home, it's carryin' you

Carryin' me home
Carryin' me home
Gravel roads and Sunday grace
Carryin' me home

Leve-me para Casa

A poeira assenta devagar na caçamba enferrujada
As botas do vovô ainda guardam confiança
A porta da tela bate como um hino que conhecemos
A luz da varanda zumbindo onde os vaga-lumes brilham
Cerca de arame farpado e um portão enferrujado
Protegendo um lar que não vai esperar

Vivendo em estradas de cascalho e a graça de domingo
Contando as estrelas em um espaço aberto
O trator zumbindo onde o uísque escorre
Botas na varanda, coração na porta
Sob um céu pintando âmbar e azul
Esta estrada de terra, está te levando

Cigarras cantam quando o sol se põe
Não tem trânsito, não tem cidade
Só uma caminhonete e uma estrada de cascalho
Cortando os campos de grãos
A cozinha da mamãe, biscoitos e tomilho
Esta vida que queima devagar, bem a tempo

Leve-me de volta onde os grilos tocam
Onde os fardos de feno se inclinam no final do dia
Onde o rio se curva e os salgueiros balançam
Eu nunca vou embora, eu nunca vou embora

Sinta isso subindo, sinta isso subindo agora
A mesma poeira no mesmo arado antigo
Nada de chique, nada além da verdade

Vivendo em estradas de cascalho e a graça de domingo
Contando as estrelas em um espaço aberto
O trator zumbindo onde o uísque escorre
Botas na varanda, coração na porta
Sob um céu pintando âmbar e azul
Esta estrada de terra, está te levando

Te levando pra casa
Te levando pra casa
Estradas de cascalho e a graça de domingo
Te levando pra casa

Composição: Aleo Gerez