Para mi patria
Hay un país que de a poco, se está poniendo de pie,
o lo hacemos entre todos, o nos tapamos de lodo.
Ya no hay tiempo para quejas, ni mirar para otro lado,
es ahora y es aquí, con la cacerola en mano.
Cayeron los presidentes, la corte sigue presente,
es la fuerza de la gente, que quiere industria argentina,
ponete la camiseta, mirale bien la etiqueta
no te mires el ombligo, dale una mano al vecino.
Esta argentina que nace
la estamos pariendo todos
al son del cacerolazo
el arma más inocente
pero también más potente
es el alma de la gente.
A los ladrones corruptos que vaciaron el país
no les demos más ventaja, no los dejemos vivir,
que no sigan disfrutando lo que nos robaron esos,
adentro del corralito, metamos a todos presos.
No es momento para irse, es hora de hacerles frente,
saquémosle la careta, a todos los delincuentes.
Hay un pueblo que no sólo se está cagando de hambre,
ha perdido la sonrisa, por no haber hablado antes...
Esta argentina que nace
la estamos pariendo todos
al son del cacerolazo
el arma más inocente
pero también más potente
es el alma de la gente.
¡Desde ahora y para siempre
es el alma de la gente!
Para minha pátria
Há um país que aos poucos, está se levantando,
ou fazemos isso juntos, ou ficamos atolados.
Já não há tempo para reclamações, nem olhar para o lado,
é agora e aqui, com a panela na mão.
Caíram os presidentes, a corte ainda está presente,
é a força do povo, que quer a indústria brasileira,
vista a camisa, olhe bem a etiqueta
não fique só olhando para si, estenda a mão ao vizinho.
Essa Brasil que nasce
estamos parindo todos
ao som do panelaço
é a arma mais inocente
mas também a mais potente
é a alma do povo.
Aos ladrões corruptos que esvaziaram o país
não lhes damos mais vantagem, não os deixemos viver,
que não continuem desfrutando o que nos roubaram,
na prisão, coloquemos todos os culpados.
Não é hora de ir embora, é hora de enfrentá-los,
vamos tirar a máscara, de todos os criminosos.
Há um povo que não só está passando fome,
perdeu o sorriso, por não ter falado antes...
Essa Brasil que nasce
estamos parindo todos
ao som do panelaço
é a arma mais inocente
mas também a mais potente
é a alma do povo.
Desde agora e para sempre
é a alma do povo!
Composição: Daniel Claudio Garcia / María José Demare