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Pena, Penita, Pena (Homenagem a Lola Flores)

María José Llergo

Pena, Penita, Pena (Homenaje a Lola Flores)

Si en el firmamento poder yo tuviera
Esta noche negra lo mismo que un pozo
Con un cuchillito de Luna lunera
Cortaría los hierros de tu calabozo
Si yo fuera reina de la luz del día
Del viento y del mar
Cordeles de esclava yo me ceñiría
Por tu libertad

¡Ay, pena, penita, pena -pena-
Pena de mi corazón
Que me corre por las venas -pena-
Con la fuerza de un ciclón!
Es lo mismo que un nublado
De tiniebla y pedernal
Es un potro desbocado
Que no sabe dónde va
Es un desierto de arena -pena-
Es mi gloria en un penal
¡Ay, penal! ¡Ay, penal!
¡Ay, pena, penita, pena!

Yo no quiero flores, dinero, ni palmas
Quiero que me dejen llorar tus pesares
Y estar a tu vera, cariño del alma
Bebiéndome el llanto de tus soleares
Me duelen los ojos de mirar sin verte
Reniego de mí
Que tienen la culpa de tu mala suerte
Mis rosas de abril

¡Ay, pena, penita, pena -pena-
Pena de mi corazón
Que me corre por las venas -pena-
Con la fuerza de un ciclón!
Es lo mismo que un nublado
De tiniebla y pedernal
Es un potro desbocado
Que no sabe dónde va
Es un desierto de arena -pena-
Es mi gloria en un penal
¡Ay, penal! ¡Ay, penal!
¡Ay, pena, penita, pena!

Pena, Penita, Pena (Homenagem a Lola Flores)

Se no céu eu pudesse ter
Hoje à noite preto o mesmo que um poço
Com uma faca lua lua
Eu cortaria os ferros da sua masmorra
Se eu fosse rainha da luz do dia
Do vento e do mar
Cordas de escravos, eu me cingiria
Pela sua liberdade

Oh, desculpe, desculpe, desculpe -penny-
Sofrimento do meu coração
Isso corre pelas minhas veias - penna-
Com a força de um ciclone!
É o mesmo que um nublado
De escuridão e pederneira
É um potro fugitivo
Quem não sabe para onde está indo
É um deserto de areia - penna-
É a minha glória em uma prisão
Oh, criminoso! Oh, criminoso!
Oh, desculpe, desculpe, desculpe!

Eu não quero flores, dinheiro ou palmeiras
Eu quero que seus arrependimentos me deixem chorar
E estar ao seu lado, querida da alma
Bebendo o choro de seus soleares
Meus olhos doem de olhar sem te ver
Eu me nego
Quem é o culpado pela sua má sorte
Minhas rosas de abril

Oh, desculpe, desculpe, desculpe -penny-
Sofrimento do meu coração
Isso corre pelas minhas veias - penna-
Com a força de um ciclone!
É o mesmo que um nublado
De escuridão e pederneira
É um potro fugitivo
Quem não sabe para onde está indo
É um deserto de areia - penna-
É a minha glória em uma prisão
Oh, criminoso! Oh, criminoso!
Oh, desculpe, desculpe, desculpe!