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Água de Abril

Maria Villalón

Aguita de Abril

Lalaralalara...
Nada que decir
nada nuevo que contar
todo lo que vivo en mi
desnuda hasta mi alma

Aguas que corren
nacen por venir
que desatan furia al fin
que se mezclan con mis ganas

Anoche perdimos las miradas
las mismas que nos hicieron vivir

En mi soledad nadie mas
vive por mi solo yo
sola ante un fin
que se esconde por nada
y para nada sin ti
aguita de abril
en mi corazón

Lalaralalara...

Nada que ocultar
echas mis manos sobre ti
nacen cueros sin carmin
desgastado por la lluvia
ay alma en pena
donde vas a ir
donde el dia no se torne gris
escalando madrugadas.

Maldigo a tu voz
y a esta encrucijada
las mismas por las que ahora sufro yo

En mi soledad nadie mas
vive por mi solo yo
sola ante un fin
que se esconde por nada
y para dar sin ti aaaa...

En mi soledad nadie mas
vive por mi solo yo
sola ante un fin
que se esconde por nada
y para nada sin ti
aguita de abril

Que bello es vivir
cuando aún quedan almas por dar
sin reproches sollozándo mi voz
y aún me despierta en las noches

En mi soledad nadie mas
vive por mi solo yo
sola ante un fin
que se esconde por nada
y para nada sin ti aaaa...

En mi soledad nadie mas
vive por mi solo yo
sola ante un fin
que se esconde por nada
y para nada sin ti
aguita de abril
en mi corazón...

Água de Abril

Lalaralalara...
Nada a dizer
nada novo pra contar
tudo que vivo em mim
desnuda até minha alma

Águas que correm
nascem pra vir
que soltam a fúria enfim
que se misturam com minha vontade

Ontem à noite perdemos os olhares
os mesmos que nos fizeram viver

Na minha solidão ninguém mais
vive por mim, só eu
sozinha diante de um fim
que se esconde por nada
e pra nada sem você
água de abril
no meu coração

Lalaralalara...

Nada a esconder
coloca minhas mãos sobre você
nascem peles sem carmim
desgastadas pela chuva
ai alma penada
pra onde você vai
onde o dia não fica cinza
escalando madrugadas.

Maldigo sua voz
e essa encruzilhada
as mesmas pelas quais agora eu sofro

Na minha solidão ninguém mais
vive por mim, só eu
sozinha diante de um fim
que se esconde por nada
e pra dar sem você aaaa...

Na minha solidão ninguém mais
vive por mim, só eu
sozinha diante de um fim
que se esconde por nada
e pra nada sem você
água de abril

Que lindo é viver
quando ainda restam almas pra dar
sem reproches, soluçando minha voz
e ainda me acorda nas noites

Na minha solidão ninguém mais
vive por mim, só eu
sozinha diante de um fim
que se esconde por nada
e pra nada sem você aaaa...

Na minha solidão ninguém mais
vive por mim, só eu
sozinha diante de um fim
que se esconde por nada
e pra nada sem você
água de abril
no meu coração...

Composição: Raul Bioque