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Só Posso Te Amar

Mariana Seoane

Tan solo puedo amarte

Qué íronia es tener un amor que te duele
que agonia más dulce es morirse de amor
como hieren tus besos si no estás conmigo
hoy te entregas y te vas
y mañana ya no estás

cómo explico este idilio que no se detiene
como extingo este fuego que quiebra mi voz
no consigo arrancarme esta espina del pecho
y al acecho vivo yo
que me has hecho, dímelo

y maldigo el ayer
y reniego de ti
y me juro olvidarte
y reincido en tu piel
y más me aferro a ti
como duele adorarte

te has convertido en obsesión
que martiriza el corazón
y aunque quisiera odiarte
tan sólo puedo amarte

y maldigo el ayer
y reniego de ti
y me juro olvidarte
y reincido en tu piel
y más me aferro a ti
como duele adorarte

te has convertido en obsesión
que martiriza el corazón
y aunque quisiera odiarte
tan sólo puedo amarte
otra vez

que dificíl vivir a la espera en tu cuerpo
y que inmenso se siente si te tengo a ti
pero callas después del amor y no entiendo
porque vienes hacia mi
porque insistes en seguir

y maldigo el ayer
y reniego de ti
y me juro olvidarte
y reincido en tu piel
y más me aferro a ti
como duele adorarte

te has convertido en obsesión
que martiriza el corazón
y aunque quisiera odiarte
tan sólo puedo amarte

y maldigo el ayer
y reniego de ti
y me juro olvidarte
y reincido en tu piel
y más me aferro a ti
como duele adorarte

te has convertido en obsesión
que martiriza el corazón
y aunque quisiera odiarte
tan sólo puedo amarte

y maldigo el ayer
y reniego de ti
y me juro olvidarte
y reincido en tu piel
y más me aferro a ti
como duele adorarte

te has convertido en obsesión
que martiriza el corazón
y aunque quisiera odiarte
tan sólo puedo amarte
otra vez

Só Posso Te Amar

Que ironia é ter um amor que te machuca
que agonia mais doce é morrer de amor
como ferem seus beijos se não estou contigo
hoje você se entrega e vai
amanhã já não está

como explico esse idílio que não para
como apago esse fogo que quebra minha voz
não consigo arrancar essa espinha do peito
e à espreita vivo eu
o que você fez comigo, me diz

e amaldiçoou o ontem
e reneguei você
e jurei te esquecer
e recaí na sua pele
e mais me agarro a você
como dói te adorar

você se tornou uma obsessão
que martiriza o coração
e embora quisesse te odiar
tan só posso te amar

e amaldiçoou o ontem
e reneguei você
e jurei te esquecer
e recaí na sua pele
e mais me agarro a você
como dói te adorar

você se tornou uma obsessão
que martiriza o coração
e embora quisesse te odiar
tan só posso te amar
outra vez

que difícil viver à espera no seu corpo
e que imenso se sente se te tenho aqui
mas você se cala depois do amor e não entendo
porque vem até mim
porque insiste em continuar

e amaldiçoou o ontem
e reneguei você
e jurei te esquecer
e recaí na sua pele
e mais me agarro a você
como dói te adorar

você se tornou uma obsessão
que martiriza o coração
e embora quisesse te odiar
tan só posso te amar

e amaldiçoou o ontem
e reneguei você
e jurei te esquecer
e recaí na sua pele
e mais me agarro a você
como dói te adorar

você se tornou uma obsessão
que martiriza o coração
e embora quisesse te odiar
tan só posso te amar

e amaldiçoou o ontem
e reneguei você
e jurei te esquecer
e recaí na sua pele
e mais me agarro a você
como dói te adorar

você se tornou uma obsessão
que martiriza o coração
e embora quisesse te odiar
tan só posso te amar
outra vez

Composição: Christian Leuzzi / Gustavo Santander