Mea Culpa
Che strana luce che c'è / sembra un'alba boreale
un'altra era che arriva / e il mondo che vi sale...
Quanti riflessi che fa / si è calmato anche il mare
in quest'ansia sottile / in questo fermo lunare
un prodigio sarà l'ultimo miracolo / da tentare
C'è una nuova umanità / che si batte il petto
che avanza e non ci sta / a quel che è stato fatto e detto
E ne avremo amore da imparare
e storia da non ripassare
e seni a questa terra da nutrire
MEA CULPA MEA CULPA MEA CULPA MEA
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E' legge di gravità / questo rimorso universale
sono in fondo ai nostri passaggi
tutti i relitti da reciperare
e acqua fredda di Giordano / sulle nuove idee
e quelle da ribattezzare
C'è una nuova umanità / che si batte il petto
verso un cielo supremo / dallo spietato verdetto
E ne avremo amore da imparare
e padri prodighi ai figli da tornare
e noi Maddalene piedi da lavare....
MEA CULPA MEA CULPA MEA CULPA MEA
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Minha Culpa
Que luz estranha é essa / parece uma aurora boreal
uma nova era que chega / e o mundo que se eleva...
Quantos reflexos se formam / o mar também se acalmou
nesta ansiedade sutil / neste luar parado
um prodígio será o último milagre / a se tentar
Há uma nova humanidade / que se bate no peito
que avança e não se conforma / com o que foi feito e dito
E teremos amor para aprender
e história para não repetir
e seios para nutrir esta terra
MINHA CULPA MINHA CULPA MINHA CULPA MINHA
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É lei da gravidade / esse remorso universal
está no fundo dos nossos caminhos
todos os destroços a recuperar
e água fria do Jordão / sobre as novas ideias
e aquelas a serem renomeadas
Há uma nova humanidade / que se bate no peito
em direção a um céu supremo / de um veredicto impiedoso
E teremos amor para aprender
e pais pródigos a voltar para os filhos
e nós, Madalenas, pés a lavar....
MINHA CULPA MINHA CULPA MINHA CULPA MINHA
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