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Imitando Cadáveres

Markkus

Imitating Corpses

Desperated?
Yes, I am
I'm drowned in things
My words cannot defend

Surrounded by ghosts?
Yeah, baby, all the time
I have a lot of lawyers
But I commited no crime

Marching to my grave?
Yes, no doubt
I'm digging my own place of death
Until there's no ground

Desapointed? Frustrated?
Yes, you can be sure
Always wanted to die
Now I'm wanting even more

Decorations, on dead bodies
You don't need to go and be so fucking damn naughty
Sometimes I wanna live, sometimes I wanna die
Sometimes I believe, but don't go expecting me to cry

We're imitating corpses
A life looks like a death sometimes
And even ghosts have lapses
Dead poetry doesn't need no fucking rhymes
Fall in love with bad circumstances
The smell of decay, lost and fallen chances
We're imitating corpses
You, won't, want to be alive

Feeling hated?
Yeah, you can bet
You want to exterminate me
Until I'm fuckin' dead

Drenched in disgust?
Yes, you can't deny
No more hiding feelings
I will tell you no lie

No one to save me?
I guess, probably
'Cause I've been here before
That's a possibility

Forgotten? Underrated?
So many times I can't count
I'm the one who always have
The lowest amount

Decorations, on dead bodies
You don't need to go and be so fucking damn naughty
Sometimes I wanna live, sometimes I wanna die
Sometimes I believe, but don't go expecting me to cry

We're imitating corpses
A life looks like a death sometimes
And even ghosts have lapses
Dead poetry doesn't need no fucking rhymes
Fall in love with bad circumstances
The smell of decay, lost and fallen chances
We're imitating corpses
You, won't, want to be alive

Lying there
In your coffin
Rotting forever
Until there's nothing
Life is death
Death is life
In the end, in every breath
Has been always the same side, yeah

We're imitating corpses
A life looks like a death sometimes
And even ghosts have lapses
Dead poetry doesn't need no fucking rhymes
Fall in love with bad circumstances
The smell of decay, lost and fallen chances
We're imitating corpses
You, won't, want to be alive

We're imitating corpses
A life looks like a death sometimes
And even ghosts have lapses
Dead poetry doesn't need no fucking rhymes
Fall in love with bad circumstances
The smell of decay, lost and fallen chances
We're imitating corpses
You, won't, want to be alive

We're imitating corpses
Yeah, yeah, I wanna be dead
We're imitating corpses
Yeah, yeah, no more pain in the head
We're imitating corpses
Yeah, yeah, and I won't be sad
We're imitating corpses
Yeah, yeah, until death is fed

Imitando Cadáveres

Desesperado?
Sim, eu estou
Estou afogado em coisas
Minhas palavras não conseguem defender

Rodeado de fantasmas?
É, amor, o tempo todo
Tenho muitos advogados
Mas não cometi crime nenhum

Marchando para minha cova?
Sim, sem dúvida
Estou cavando meu próprio lugar de morte
Até não haver mais chão

Decepcionado? Frustrado?
Sim, pode ter certeza
Sempre quis morrer
Agora quero ainda mais

Decorações, em corpos mortos
Você não precisa ser tão caralho travesso
Às vezes eu quero viver, às vezes eu quero morrer
Às vezes eu acredito, mas não espere que eu chore

Estamos imitando cadáveres
Uma vida às vezes parece uma morte
E até fantasmas têm lapsos
Poesia morta não precisa de rimas, porra nenhuma
Apaixone-se por más circunstâncias
O cheiro da decomposição, chances perdidas e caídas
Estamos imitando cadáveres
Você não vai querer estar vivo

Sentindo ódio?
É, pode apostar
Você quer me exterminar
Até eu estar fodidamente morto

Encharcado de nojo?
Sim, você não pode negar
Sem mais esconder sentimentos
Eu não vou te mentir

Ninguém para me salvar?
Acho que sim, provavelmente
Porque já estive aqui antes
Essa é uma possibilidade

Esquecido? Subestimado?
Tantas vezes que não consigo contar
Sou aquele que sempre tem
A menor quantidade

Decorações, em corpos mortos
Você não precisa ser tão caralho travesso
Às vezes eu quero viver, às vezes eu quero morrer
Às vezes eu acredito, mas não espere que eu chore

Estamos imitando cadáveres
Uma vida às vezes parece uma morte
E até fantasmas têm lapsos
Poesia morta não precisa de rimas, porra nenhuma
Apaixone-se por más circunstâncias
O cheiro da decomposição, chances perdidas e caídas
Estamos imitando cadáveres
Você não vai querer estar vivo

Deitado aí
Na sua cova
Apodrecendo para sempre
Até não haver nada
A vida é morte
A morte é vida
No final, em cada respiração
Sempre foi o mesmo lado, é

Estamos imitando cadáveres
Uma vida às vezes parece uma morte
E até fantasmas têm lapsos
Poesia morta não precisa de rimas, porra nenhuma
Apaixone-se por más circunstâncias
O cheiro da decomposição, chances perdidas e caídas
Estamos imitando cadáveres
Você não vai querer estar vivo

Estamos imitando cadáveres
Uma vida às vezes parece uma morte
E até fantasmas têm lapsos
Poesia morta não precisa de rimas, porra nenhuma
Apaixone-se por más circunstâncias
O cheiro da decomposição, chances perdidas e caídas
Estamos imitando cadáveres
Você não vai querer estar vivo

Estamos imitando cadáveres
É, é, eu quero estar morto
Estamos imitando cadáveres
É, é, sem mais dor na cabeça
Estamos imitando cadáveres
É, é, e eu não vou ficar triste
Estamos imitando cadáveres
É, é, até a morte ser alimentada

Composição: Marcus Vinícius Cibils, Markkus