tinta 90 (En Vivo)
(Que nunca amaneció)
(Oh-oh-oh, oh-oh-oh)
(Que nunca amaneció)
(Oh-oh-oh, oh-oh-oh)
Esa vergüenza que sentía por ser una depresiva secreta
Fingir estar bien todo el día, decir lo que no sentía, estar quieta
Por fuera nunca llovió, por dentro hay una tormenta
Después se tiñe con la tinta 90
Y lo que más me dolió es que nadie se diera cuenta
Aunque se dieran cuenta
Perdí la cuenta de las noches que lloré
Nadie sabe lo que no se ve
Porque en esas noches solo estamos las dos
Sin darme cuenta, me tatué la cicatriz
Hoy la miro y sé que aún sigo aquí
Y pienso en las noches que pasamos las dos
Y que nunca amaneció
Oh-oh-oh, oh-oh-oh
Que nunca amaneció
Oh-oh-oh, oh-oh-oh
Ey
Pensar que todo es un misterio
Y darse cuenta cuando ya se puso serio
Cuando te das más miedo vos que el propio cementerio
Porque entre más grande el imperio
Más duele el eco de estar sola en cautiverio
Y me encerré
Dentro de mi propia piel
Y me quedé
En ese cuarto de hotel
Y me quemé
Mirando el fuego y el humo que no me dejan ver
Perdí la cuenta de las noches que lloré
Nadie sabe lo que no se ve
Porque en esas noches solo estamos las dos
Sin darme cuenta, me tatué la cicatriz
Hoy la miro y sé que aún sigo aquí
Y pienso en las noches que pasamos las dos
Y que nunca amaneció
Oh-oh-oh, oh-oh-oh
Que nunca amaneció
Oh-oh-oh, oh-oh-oh
Y que nunca amaneció
Oh-oh-oh, oh-oh-oh
Que nunca amaneció
Oh-oh-oh, oh-oh-oh
Y que nunca amane—
tinta 90 (Ao Vivo)
(Que nunca amanheceu)
(Oh-oh-oh, oh-oh-oh)
(Que nunca amanheceu)
(Oh-oh-oh, oh-oh-oh)
Essa vergonha que eu sentia por ser uma depressiva secreta
Fingir estar bem o dia todo, dizer o que não sentia, ficar parada
Por fora nunca choveu, por dentro tem uma tempestade
Depois se tinge com a tinta 90
E o que mais me doeu foi ninguém perceber
Mesmo que percebessem
Perdi a conta das noites que chorei
Ninguém sabe o que não se vê
Porque nessas noites só estamos nós duas
Sem perceber, eu tatuei a cicatriz
Hoje olho pra ela e sei que ainda estou aqui
E penso nas noites que passamos nós duas
E que nunca amanheceu
Oh-oh-oh, oh-oh-oh
Que nunca amanheceu
Oh-oh-oh, oh-oh-oh
Ei
Pensar que tudo é um mistério
E perceber quando já ficou sério
Quando você tem mais medo de si mesma do que do próprio cemitério
Porque quanto maior o império
Mais dói o eco de estar sozinha em cativeiro
E eu me fechei
Dentro da minha própria pele
E eu fiquei
Naquele quarto de hotel
E eu me queimei
Olhando o fogo e a fumaça que não me deixam ver
Perdi a conta das noites que chorei
Ninguém sabe o que não se vê
Porque nessas noites só estamos nós duas
Sem perceber, eu tatuei a cicatriz
Hoje olho pra ela e sei que ainda estou aqui
E penso nas noites que passamos nós duas
E que nunca amanheceu
Oh-oh-oh, oh-oh-oh
Que nunca amanheceu
Oh-oh-oh, oh-oh-oh
E que nunca amanheceu
Oh-oh-oh, oh-oh-oh
Que nunca amanheceu
Oh-oh-oh, oh-oh-oh
E que nunca amanhe
Composição: Mauricio Rengifo, Tini, Andres Torres