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A Oração de Outro

Mary Chapin Carpenter

Someone Else's Prayer

Tonight the brightest moon in a hundred years
Floods the streets of Rome and I am standing here
Wondering where the ghosts of antiquity
Hide on nights like this once a century
Where do shadows fall when there's only light
Why'd you follow me halfway 'round the world tonight
What I'd give right now not to even care
And then this could be someone else's prayer

And on a sleepless night by St. Stephen's Green
Oh I turned and tossed with my Irish dreams
And when the morning shone through the burned off mist
I could sense you still just as close as this
Just as close as lips brush against a cheek
It's your voice I hear and it's your name I speak
But when I look around there's no one there
How I wish you were someone else's prayer

And now the twilight comes as a silent guest
And of all its gifts I like stillness best
Except for tin roof rains that commence with spring
It's a lullaby when that tin roof sings
Now you can look for me on the streets of Rome
Or in Dublin town but I've gone back home
I would always be just a stranger there
And now you're free to be someone else's prayer

A Oração de Outro

Hoje à noite a lua mais brilhante em cem anos
Inunda as ruas de Roma e eu estou aqui
Me perguntando onde os fantasmas da antiguidade
Se escondem em noites como essa uma vez por século
Onde as sombras caem quando só há luz
Por que você me seguiu até a metade do mundo hoje à noite
O que eu daria agora para nem me importar
E então isso poderia ser a oração de outro

E em uma noite sem sono perto de St. Stephen's Green
Oh, eu me virei e me remexi com meus sonhos irlandeses
E quando a manhã brilhou através da névoa que se dissipou
Eu podia sentir você ainda tão perto assim
Tão perto quanto lábios tocam uma bochecha
É sua voz que eu ouço e é seu nome que eu falo
Mas quando olho ao redor não tem ninguém lá
Como eu gostaria que você fosse a oração de outro

E agora o crepúsculo chega como um convidado silencioso
E de todos os seus presentes, eu gosto mais do silêncio
Exceto pelas chuvas no telhado de zinco que começam com a primavera
É uma canção de ninar quando aquele telhado de zinco canta
Agora você pode me procurar nas ruas de Roma
Ou na cidade de Dublin, mas eu voltei pra casa
Eu sempre seria apenas um estranho lá
E agora você é livre para ser a oração de outro

Composição: Mary Chapin Carpenter