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Amores Estranhos

Maryza

Strani Amori

Mi dispiace devo andare via,
ma sapevo che era una bugia
Quanto tempo perso dietro a lui,
Che promette poi non cambia mai

Strani amori mettono nei guai,
ma in realtà; siamo noi.
E lo aspetti ad un telefono,
litigando che sia libero
Con il cuore nello stomaco,
un gomitolo nell'angolo
Lí; da solo, dentro un brivido,
ma perché; lui non c'è, e sono

Strani amori che fanno crescere
e sorridere tra le lacrime
Quante pagine lì; da scrivere,
sogni e lividi da dividere.
Sono amori che spesso a quest'età;
Si confondono dentro quest'anima

Che s'interroga senza decidere,
se è; un amore che fa per noi

E quante notti perse a piangere,
rileggendo quelle lettere
Che non riesci più; a buttare via,
dal labirinto della nostalgia
Grandi amori che finiscono,
ma perché; restano, nel cuore

Strani amori che vanno e vengono,
Nei pensieri che li nascondono,
Storie vere che ci appartengono,
ma si lasciano come noi

Strani amori fragili, prigioneri liberi,
Strani amori mettono nei guai
ma in realtà; siamo noi
Strani amori fragili, prigioneri liberi,
Strani amori che non sano vivere
e si pergono dentro noi

Mi dispiace devo andare via,
questa volta l'ho promesso a me
perché; ho voglia di un amore vero,
senza te

Amores Estranhos

Desculpa, eu tenho que ir embora,
mas eu sabia que era uma mentira.
Quanto tempo perdido atrás dele,
Que promete e nunca muda.

Amores estranhos nos colocam em apuros,
mas na verdade, somos nós.
E o espera no telefone,
discutindo se ele está livre.
Com o coração na boca,
um novelo no canto.
Lá; sozinho, dentro de um arrepio,
mas por que; ele não está, e eu estou.

Amores estranhos que fazem crescer
E sorrir entre as lágrimas.
Quantas páginas lá; para escrever,
sonhos e marcas para dividir.
São amores que muitas vezes nessa idade;
Se confundem dentro dessa alma.

Que se questiona sem decidir,
se é; um amor que serve pra nós.

E quantas noites perdidas a chorar,
relendo aquelas cartas.
Que você não consegue mais; jogar fora,
do labirinto da nostalgia.
Grandes amores que terminam,
mas por que; permanecem, no coração.

Amores estranhos que vão e vêm,
Nos pensamentos que os escondem,
Histórias verdadeiras que nos pertencem,
mas se vão como nós.

Amores estranhos e frágeis, prisioneiros livres,
Amores estranhos nos colocam em apuros,
mas na verdade, somos nós.
Amores estranhos e frágeis, prisioneiros livres,
Amores estranhos que não sabem viver
E se perdem dentro de nós.

Desculpa, eu tenho que ir embora,
Dessa vez eu prometi a mim mesma
Porque; eu quero um amor de verdade,
só sem você.

Composição: A.Valsiglio / Cheope / M.Marati / R.Buti