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A divindade da ferocidade

Massemord

The Deity Of Ferocity

Again and again, beyond every again
I desire to despise wisdom falsing
And thirst for defining virtues universal
Escaping from gibbering 'cause in the black hole

An element of authentic substance smoulders
Artificially placed within
This remnant is worthy of ignorance
For words and emotions that steal my oxygene
Of abysmal arrogance

As an act of revenge for sentence of necessity
Your falling into apple of my eye
Thus I answer: I shall pay every price
So as to wallow in a bile
And throw my thunders of derision
In similar madness

I reject the idea of answers
So as to cut off perversely
Mould of your existence
Within life of mine
Because horror prays on breath unpredicted
Insane senses and emptiness devoured from reasons
For I am everyone

Baptised by water of compulsion
Of ordering world in signs
And defining the time present
For the first time however
Running amok distant became
Yet scalpel of curses in torments of neurons
Still depicts the depths of hell
Satiated graves and gallows crooked under weight of their own
Night of today which may become
The night of your lives
Winter of mine

I am each and everyone
Baptised by anonymity
I am each and everyone
I terrify!

A divindade da ferocidade

De novo e de novo, além de tudo de novo
Eu desejo desprezar a sabedoria falsing
E sede de definir virtudes universais
Escapando de tagarelar porque no buraco negro

Um elemento de substância autêntica smoulders
Artificialmente colocado dentro
Este remanescente é digno de ignorância
Para palavras e emoções que roubam meu oxigenio
De arrogância abismal

Como um ato de vingança por sentença de necessidade
Sua queda na maçã dos meus olhos
Assim eu respondo: pagarei todo preço
De modo a chafurdar em uma bile
E jogue meus trovões de escárnio
Na loucura semelhante

Eu rejeito a ideia de respostas
De modo a cortar perversamente
Molde da sua existência
Dentro da minha vida
Porque o horror reza na respiração imprevista
Sentidos insanos e vazio devorados por razões
Pois eu sou todo mundo

Batizado pela água da compulsão
De ordenar mundo em signos
E definindo o tempo presente
Pela primeira vez no entanto
Correndo distante ficou
Ainda bisturi de maldições em tormentos de neurônios
Ainda retrata as profundezas do inferno
Sepulturas sacadas e forca tortas sob seu próprio peso
Noite de hoje que pode se tornar
A noite das suas vidas
Inverno meu

Eu sou cada um e todos
Batizado pelo anonimato
Eu sou cada um e todos
Eu aterrorizo!