395px

Filho da Puta

Master P

Bastard Child

Chorus)

You abandoned P
Now he don't have no where to go
No where to go no where to go I guess I'll sell dope
No where to go no where to go I guess I'll sell dope

Verse 1

Giggety glock and I'm out there slanging cocaine
I guess its hard growing up without your family man
Mommy left him cause they always used to fuss and fight
I used to cry at night hope that dad would act right
Tripping off my mommy, daddy started drinking gin
Dropped me off at my grandma house I ain't seen him since
Sometimes I don't need my grandma she don't mean no harm
Cause she got 12 kids to feed on her own
Now I'm stuck up in the ghetto with the hoodrats
Trying to get paid off the cluckers and the county check
10 years old and I'm out there slanging cocaine
No love from my family, just love from the game
No one to turn to so I'm out there slanging crack
Keeps the giggety giggety nine up in my booksack
And if I die today or tomorrow I guess I'm out of luck
A bastard child all alone so I'm stuck

(Chorus)

Verse 2

A unwanted child a victim of the ghetto
Labeled as a lowlife, a go getter
An outcast looked down by the system g
A menace to society a brother without a family
And everytime I see a room without a damn ceiling
It remind me I was born in a abandoned building
Cause in the ghetto you gotta learn the dirty dance
In other words you gotta learn to throw them thangs
A snotty nose kid without no food to eat
My role models were the dealers ??
Dripping wet you see my pamper leaking
But mama tripping cause she too busy out there tweeking
Our baby sitter was a tore up dope fiend
I almost died, drunk a whole bottle of chlorine
And when I think about my pass I don't crack a smile
Cause it hurt knowing I was a bastard child

(Chorus

Filho da Puta

(Refrão)

Você abandonou o P
Agora ele não tem pra onde ir
Pra onde ir, pra onde ir, acho que vou vender droga
Pra onde ir, pra onde ir, acho que vou vender droga

(Verso 1)

Glock na mão e eu tô lá vendendo cocaína
Acho que é difícil crescer sem sua família, mano
Mamãe o deixou porque eles sempre brigavam
Eu costumava chorar à noite, esperando que papai se comportasse
Papai começou a beber gin, me deixou na casa da vovó
Não o vi desde então, faz tempo que não o vejo
Às vezes não preciso da vovó, ela não quer fazer mal
Mas ela tem 12 filhos pra alimentar sozinha
Agora tô preso no gueto com os marginais
Tentando ganhar grana com os viciados e o cheque do governo
Com 10 anos e eu tô lá vendendo cocaína
Sem amor da minha família, só amor do jogo
Ninguém pra me ajudar, então tô lá vendendo crack
Mantenho a Glock na minha mochila
E se eu morrer hoje ou amanhã, acho que tô ferrado
Um filho da puta sozinho, então tô preso

(Refrão)

(Verso 2)

Uma criança indesejada, uma vítima do gueto
Rotulado como um vagabundo, um lutador
Um excluído, desprezado pelo sistema
Uma ameaça à sociedade, um irmão sem família
E toda vez que vejo um quarto sem teto
Me lembra que nasci em um prédio abandonado
Porque no gueto você tem que aprender a dança suja
Em outras palavras, você tem que aprender a se virar
Um garoto com o nariz escorrendo e sem comida pra comer
Meus modelos eram os traficantes
Encharcado, você vê minha fralda vazando
Mas mamãe tá pirando porque tá muito ocupada lá fora
Nossa babá era uma viciada acabada
Quase morri, bebi uma garrafa inteira de cloro
E quando penso no meu passado, não consigo sorrir
Porque dói saber que eu era um filho da puta

(Refrão)

Composição: