Culto Vacio Radical
mortuoria tu enfermedad, divaga tu cuerpo muerto
emana la necedad nauseabundos sentimientos
glorificado en tu barro te declamas tan sublime
pesa en ti la soledad, tan sólo hablas con el viento.
arde en mi sangre tu mal, no me alivia ya el encierro.
no apaciguan el dolor ni la distancia ni el tiempo
mis heridas, mi rencor, mis oscuros pensamientos
enraizados en mi ser, lacerándome en su abismo
ya no hay paz dentro de mí, la ira obtura mis sentidos.
arde en mi sangre tu mal, no me alivia ya el encierro
busco en dolor el final, hundir mi odio en tu cuerpo
ciega y convulsa afección, vástago pútrido en mi alma.
no soporto la presión resistiendo este tormento
brota en mí ya sin control una malsana obsesión
las palabras en tu voz cortan con fría arrogancia se pudren en tu interior.
arde en mi sangre tu mal, no me alivia ya el encierro.
busco en dolor el final, hundir mi odio en tu cuerpo.
Culto Vazio Radical
morte, tua doença, vagueia teu corpo morto
emana a idiotice, sentimentos nauseantes
glorificado no teu barro, te declares tão sublime
pesa em ti a solidão, só falas com o vento.
arde em minha sangue teu mal, não me alivia mais o aprisionamento.
não apaziguam a dor nem a distância nem o tempo
minhas feridas, meu rancor, meus pensamentos sombrios
enraizados em meu ser, me lacerando em seu abismo
já não há paz dentro de mim, a ira obstrui meus sentidos.
arde em minha sangue teu mal, não me alivia mais o aprisionamento
busco na dor o final, afundar meu ódio em teu corpo
cega e convulsa afeição, broto podre em minha alma.
não suporto a pressão, resistindo a esse tormento
brota em mim já sem controle uma obsessão doentia
as palavras na tua voz cortam com fria arrogância, se apodrecem em teu interior.
arde em minha sangue teu mal, não me alivia mais o aprisionamento.
busco na dor o final, afundar meu ódio em teu corpo.