Dogma
Hombre, siervo de vida sin poder mirar
Crees demoler tu maldita y triste realidad
Ya no podré escapar
Yo lo intentaré
Confusos, sueños
Que en tu mente siempre idealizarás
Verdugo de tu inocente existencia
Ya no podré escapar
Yo lo intentaré
Ya escaparé
No no aguantaré
Estar preso a mis costumbres
Dogma
Homem, servo da vida sem poder olhar
Acredita que vai destruir sua maldita e triste realidade
Já não poderei escapar
Eu vou tentar
Confusos, sonhos
Que na sua mente sempre idealizarás
Carrasco da sua inocente existência
Já não poderei escapar
Eu vou tentar
Já vou escapar
Não, não vou aguentar
Estar preso aos meus costumes