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Bom Dia, Pássaro Preto

Maud The Moth

Good Morning Blackbird

Good morning, blackbird
Hush now, don't awake the Sun
Wolves lay sleeping under sheds
Biting not the hand that fed

Good morning, blackbird
In cold, damp truth
In faking glory, in savage pulse

All silver stars (remember how we used to shine?)
Are now feeble lights (remember how we used to fight?)

I ran back to the moment
Where wounds were not yet scars
And scars were not yet crowns

Only fields and lungs and blood and mouths
And empty hopes and hands, and eyes and youth
And tainted truth uncoiling on my lap

Sleep is reigning over frozen lands
Hush now blackbird
It's my only chance to move unnoticed
To move unharmed
Hush now, blackbird
It's my only chance

Good morning, blackbird
Hush now, don't awake the Sun
Wolves lay sleeping under sheds
Biting not the hand that fed

Bom Dia, Pássaro Preto

Bom dia, pássaro preto
Silencie agora, não acorde o Sol
Lobos dormem debaixo dos galpões
Não mordendo a mão que alimentou

Bom dia, pássaro preto
Na fria e úmida verdade
Na glória falsa, no pulso selvagem

Todas as estrelas prateadas (lembra como brilhávamos?)
Agora são luzes fracas (lembra como lutávamos?)

Eu corri de volta para o momento
Onde feridas ainda não eram cicatrizes
E cicatrizes ainda não eram coroas

Apenas campos, pulmões, sangue e bocas
E esperanças vazias, mãos, olhos e juventude
E a verdade manchada se desenrolando no meu colo

O sono reina sobre terras congeladas
Silencie agora, pássaro preto
É minha única chance de me mover despercebido
De me mover ileso
Silencie agora, pássaro preto
É minha única chance

Bom dia, pássaro preto
Silencie agora, não acorde o Sol
Lobos dormem debaixo dos galpões
Não mordendo a mão que alimentou

Composição: Amaya López-Carromero