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Não Deveria Chamar de Amor

Mauro Aldair

No debí llamarle amor

Bajo el brillo de la Luna busco amanecer
Voy atado y sin saber dónde estoy, dónde caer

Lo que mis ojos te cuentan no pudiste ver
Yo de idiota me tatué tus mentiras en la piel

Buscando va a quien cazar, el frío cala en su mirar
Ocultos en la oscuridad, pues solo así me puede amar

No debí llamarle amor a tus besos vacíos
No debí yo hablar de ti con todos mis amigos
No debí llamarle amor
Me tienes buscando love donde jamás lo ha habido

Duele, esta herida duele al escuchar tu voz
Pero fui quien agarró, el cuchillo que la abrió

Tanto tiempo imaginando cuentos de ficción, que se hicieron de terror

No eras tú (uh, uh uh, uh uh)
Era yo queriendo que fueras tú
Tú (uh, uh uh, uh uh)
Que gran error, no pude elegir peor

Buscando va a quien cazar, el frío cala en su mirar
Ocultos en la oscuridad, pues solo así me puede amar

No debí llamarle amor a tus besos vacíos
No debí yo hablar de ti con todos mis amigos
No debí llamarle amor
Me tienes buscando love donde jamás lo ha habido

Maldiciendo el día y la hora, en que pude probar tu piel
Un infierno que me provoca, arrancar lo que pudo ser

Maldiciendo el día y la hora, en que pude probar tu piel
Un infierno que me provoca, arrancar lo que pudo ser

Ocultos en la oscuridad, pues solo así me puede amar

No debí llamarle amor a tus besos vacíos
No debí yo hablar de ti con todos mis amigos
No debí llamarle amor
Me tienes buscando love donde jamás lo ha habido

Não Deveria Chamar de Amor

Sob o brilho da Lua busco amanhecer
Estou preso e sem saber onde estou, onde cair

O que meus olhos te contam você não pôde ver
Eu, idiota, tatuei suas mentiras na pele

Buscando a quem caçar, o frio corta em seu olhar
Escondidos na escuridão, pois só assim pode me amar

Não deveria chamar de amor seus beijos vazios
Não deveria eu falar de você com todos os meus amigos
Não deveria chamar de amor
Me tem buscando amor onde nunca houve

Dói, essa ferida dói ao ouvir sua voz
Mas fui eu quem pegou, a faca que a abriu

Tanto tempo imaginando contos de ficção, que se tornaram de terror

Não era você (uh, uh uh, uh uh)
Era eu querendo que você fosse você
Você (uh, uh uh, uh uh)
Que grande erro, não pude escolher pior

Buscando a quem caçar, o frio corta em seu olhar
Escondidos na escuridão, pois só assim pode me amar

Não deveria chamar de amor seus beijos vazios
Não deveria eu falar de você com todos os meus amigos
Não deveria chamar de amor
Me tem buscando amor onde nunca houve

Maldizendo o dia e a hora, em que pude provar sua pele
Um inferno que me provoca, arrancar o que poderia ser

Maldizendo o dia e a hora, em que pude provar sua pele
Um inferno que me provoca, arrancar o que poderia ser

Escondidos na escuridão, pois só assim pode me amar

Não deveria chamar de amor seus beijos vazios
Não deveria eu falar de você com todos os meus amigos
Não deveria chamar de amor
Me tem buscando amor onde nunca houve

Composição: Mauro Aldair Rosas