Puritas Inmundorum
When the purity of the impure is broken
Beneath the thorn that bleeds a crimson grace
Touching the beast in her wistful sleep
The living ride on melodies of haste
Solis tenebras fundent, ossa domum fient
Bones rise like towers in the night
Sheltering Fear in a crown of blight
Darkness of suns, silence of breath
We dance on the edge of a painless death
And the living shall birth unnumbered dead
Chaos of bones becomes their bed
Voices fade where angels fled
Horizons burn a sullen red
Solis tenebras fundent, ossa domum fient
Sotto I piccoli piedi, il fuoco della guerra tace
La speranza vacilla tra polvere e vento
Bones rise like towers in the night
Sheltering Fear in a crown of blight
Darkness of suns, silence of breath
We dance on the edge of a painless death
Le monde retient son dernier souffle
Pureza dos Impuros
Quando a pureza do impuro se quebra
Sob o espinho que sangra uma graça carmesim
Tocando a besta em seu sono sonhador
Os vivos cavalgam melodias de pressa
Solis tenebras fundent, ossa domum fient
Os ossos se erguem como torres na noite
Acolhendo o Medo em uma coroa de praga
Escuridão dos sóis, silêncio da respiração
Dançamos na beira de uma morte indolor
E os vivos darão à luz mortos sem fim
O caos dos ossos se torna sua cama
Vozes se apagam onde os anjos fugiram
Horizontes queimam um vermelho sombrio
Solis tenebras fundent, ossa domum fient
Sob os pezinhos pequenos, o fogo da guerra se aquieta
A esperança vacila entre poeira e vento
Os ossos se erguem como torres na noite
Acolhendo o Medo em uma coroa de praga
Escuridão dos sóis, silêncio da respiração
Dançamos na beira de uma morte indolor
O mundo retém seu último suspiro