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Acólitos

Medular

Acólitos

Hipócritas hijos del yugo
Serviles esclavos del miedo
Que aliena su mente a diario
Con muerte, infierno y pecado

Escuchan mil voces y cucos
En todas partes ven al diablo
Mirad al espejo en tu alma
Si mereces estar a ese lado

No hay verdad en el dogma falló
La negra intención de la sumisión
Llegó el tiempo de su extinción
A darle paso al eón de la razón

Te miraré y me reiré
En tu desgracia me regodearé
Al final de tu camino de error
La hipocresía te empuje en falso

El cielo es tu excusa y tu ego
No tiene perdón, tu pecado
Es mirar sobre el hombro al humano
Arrodillado alabando a tu amo

Tu falsa sonrisa me apesta
Tu estúpida inocencia me llena
De sucia y tenaz repugnancia
Que la malicia acompañe la gracia
De tu falsedad caída en desgracia

No hay verdad en el dogma falló
La negra intención de la sumisión
Llego el tiempo de su extinción
A darle paso al eón de la razón

Te miraré y me reiré
En tu desgracia me regodearé
Al final de tu camino de error
La hipocresía te empuje en falso

Tu falsa sonrisa me apesta
Tu estúpida inocencia me llena
De sucia y tenaz repugnancia
Que la malicia acompañe la gracia
De tu falsedad caída en desgracia

No hay verdad en el dogma falló
La negra intención de la sumisión
Llego el tiempo de su extinción
A darle paso al eón de la razón

Te miraré y me reiré
En tu desgracia me regodearé
Al final de tu camino de error
La hipocresía te empuje en falso

Te miraré me reiré
En tu desgracia me regodearé
Te miraré me reiré
En tu desgracia me regodearé
Te miraré y me reiré
En tu desgracia me regodearé
Te miraré y me reiré
En tu desgracia me regodearé

Acólitos

Hipócritas filhos do jugo
Servos medrosos do medo
Que aliena sua mente todo dia
Com morte, inferno e pecado

Ouvem mil vozes e grilos
Em todo lugar veem o diabo
Olhe no espelho da sua alma
Se você merece estar desse lado

Não há verdade no dogma falido
A negra intenção da submissão
Chegou a hora da extinção
É hora de dar espaço à era da razão

Vou te olhar e vou rir
Na sua desgraça vou me regozijar
No final do seu caminho de erro
A hipocrisia te empurra em falso

O céu é sua desculpa e seu ego
Não tem perdão, seu pecado
É olhar de cima para o humano
De joelhos, louvando seu mestre

Seu falso sorriso me enoja
Sua estúpida inocência me enche
De uma repugnância suja e tenaz
Que a malícia acompanhe a graça
Da sua falsidade caída em desgraça

Não há verdade no dogma falido
A negra intenção da submissão
Chegou a hora da extinção
É hora de dar espaço à era da razão

Vou te olhar e vou rir
Na sua desgraça vou me regozijar
No final do seu caminho de erro
A hipocrisia te empurra em falso

Seu falso sorriso me enoja
Sua estúpida inocência me enche
De uma repugnância suja e tenaz
Que a malícia acompanhe a graça
Da sua falsidade caída em desgraça

Não há verdade no dogma falido
A negra intenção da submissão
Chegou a hora da extinção
É hora de dar espaço à era da razão

Vou te olhar e vou rir
Na sua desgraça vou me regozijar
No final do seu caminho de erro
A hipocrisia te empurra em falso

Vou te olhar, vou rir
Na sua desgraça vou me regozijar
Vou te olhar, vou rir
Na sua desgraça vou me regozijar
Vou te olhar e vou rir
Na sua desgraça vou me regozijar
Vou te olhar e vou rir
Na sua desgraça vou me regozijar

Composição: Bolívar Yar