Mis alas son tus hojas
Dicen que te tengo que dejar
Que me estas haciendo daño
Pero yo les digo que ni hablar
Llevamos juntos demasiados años.
Dicen que me cuesta respirar
Que mi voz se esta quebrando
Pero no puedo ni imaginar vivir sin ti
Mi amor de contrabando.
Yo ya escogi mi camino
No quiero mirar hacia atras
No me arrepentire jamas
De decir...
Pienso fregar
El podrido azulejo que empaña tu nombre
Y llevarte hacia la libertad.
Y mis alas son tus hojas
Convirtiendo en poesia lo que tocas
Y mis alas son tus hojas.
Dicen que te tengo que olvidar
ya me estoy quedando tonto
Y es que no saben a quien culpar
Tranqui Maria yo por ti respondo.
Quieren que ya no te vuelva a ver
Pero lo que ellos no saben
Es que no te puedes desprender
De algo que se te ha metido en la sangre.
Yo ya escogi mi camino
No quiero mirar hacia atras
No me arrepentire jamas
De decir...
Pienso fregar
El podrido azulejo que empaña tu nombre
Y llevarte hacia la libertad.
Y mis alas son tus hojas
Convirtiendo en poesia lo que tocas
Y mis alas son tus hojas.
Y mis alas son tus hojas
Convirtiendo en poesia lo que tocas
Y mis alas son tus hojas.
Pienso fregar
El podrido azulejo que empaña tu nombre
Y llevarte hacia la libertad.
Y mis alas son tus hojas
Convirtiendo en poesia lo que tocas
Y mis alas son tus hojas.
Mi primavera se a forjado
En mis bolsillos con tu olor
Y ya no quiero nada mas
Tus besos son mi libertad.
Minhas asas são suas folhas
Dizem que eu tenho que te deixar
Que você está me fazendo mal
Mas eu digo que nem pensar
Estamos juntos há tempo demais.
Dizem que eu estou tendo dificuldade pra respirar
Que minha voz está se quebrando
Mas não consigo nem imaginar viver sem você
Meu amor de contrabando.
Eu já escolhi meu caminho
Não quero olhar pra trás
Nunca vou me arrepender
De dizer...
Penso em limpar
O azulejo podre que mancha seu nome
E te levar pra liberdade.
E minhas asas são suas folhas
Transformando em poesia o que você toca
E minhas asas são suas folhas.
Dizem que eu tenho que te esquecer
Já estou ficando meio tonto
E é que não sabem a quem culpar
Tranquila, Maria, eu respondo por você.
Querem que eu nunca mais te veja
Mas o que eles não sabem
É que não dá pra se desprender
De algo que entrou na sua veia.
Eu já escolhi meu caminho
Não quero olhar pra trás
Nunca vou me arrepender
De dizer...
Penso em limpar
O azulejo podre que mancha seu nome
E te levar pra liberdade.
E minhas asas são suas folhas
Transformando em poesia o que você toca
E minhas asas são suas folhas.
E minhas asas são suas folhas
Transformando em poesia o que você toca
E minhas asas são suas folhas.
Penso em limpar
O azulejo podre que mancha seu nome
E te levar pra liberdade.
E minhas asas são suas folhas
Transformando em poesia o que você toca
E minhas asas são suas folhas.
Minha primavera se forjou
Nos meus bolsos com seu cheiro
E eu não quero mais nada
Seus beijos são minha liberdade.