Vuelvo A Traficar
Un, dos, tres, eje!
Me sobra el dinero, me faltan las pelas
Me sobran las pelas, me faltan dos primaveras
Mientras se ahoga mi cordura en la profunda laguna de un reloj
Me sobra potencia y falta coherencia
Me ha dicho la voz ronca de mi tímida impaciencia
Hoy, hoy, hoy
Hoy me voy a comer el mundo
Voy a pasar de este curro que ya no me da pá ná
Y hoy te voy a decir la verdad
Comienza mi nueva vida
Vuelvo a traficar
¿Cómo?
Ahogando mis penas, chupando tarjeta
Subiendo tensiones, bajando escaleras
Repleto con bolsones, control de alcoholemia
Esquinas, callejones
Gente que trafica y gente que se pone
Gente que se pone, gente que se deja de poner
Y gente que se huele
Que algún día habrá que dejarlo, también
Pero no será hoy
Pero no será hoy, hoy, hoy
Hoy me voy a comer el mundo
Voy a pasar de este curro que ya no me da pá ná
Y hoy te voy a decir la verdad
Comienza mi nueva vida
Vuelvo a traficar
¿Cómo?
Ahogando mis penas, chupando tarjeta
Subiendo tensiones, bajando escaleras
Repleto con bolsones, control de alcoholemia
Esquinas, callejones
Gente que trafica y gente que se pone
Y aunque los burros siempre vuelen
Y los camellos se ahoguen en el mar
La vida es demasiado bella
Para perderla en trabajar
Y si el trabajo dignifica
O deja de dignificar
Si no sé lo que esto significa
Que coño más me da yo vuelvo a traficar
¿Cómo?
Ahogando mis penas, chupando tarjeta
Subiendo tensiones, bajando escaleras
Repleto con bolsones, control de alcoholemia
Esquinas, callejones
Gente que trafica y gente que se pone
Ahogando mis penas
Chupando tarjetas
Subiendo tensiones
Bajando escaleras
Repleto bolsones
Control de alcoholemia
Esquinas, callejones
Gente que trafica y gente que se pone
Volto a Traficar
Um, dois, três, eje!
Me sobra grana, me faltam as notas
Me sobram as notas, me faltam duas primaveras
Enquanto minha sanidade se afoga na profunda lagoa de um relógio
Me sobra potência e falta coerência
Me disse a voz rouca da minha tímida impaciência
Hoje, hoje, hoje
Hoje eu vou comer o mundo
Vou passar desse trampo que já não me dá nada
E hoje eu vou te dizer a verdade
Começa minha nova vida
Volto a traficar
Como?
Afogando minhas mágoas, passando cartão
Subindo tensões, descendo escadas
Repleto de bolsas, controle de alcoolemia
Esquinas, becos
Gente que trafica e gente que se usa
Gente que se usa, gente que para de usar
E gente que se cheira
Que algum dia vai ter que parar, também
Mas não vai ser hoje
Mas não vai ser hoje, hoje, hoje
Hoje eu vou comer o mundo
Vou passar desse trampo que já não me dá nada
E hoje eu vou te dizer a verdade
Começa minha nova vida
Volto a traficar
Como?
Afogando minhas mágoas, passando cartão
Subindo tensões, descendo escadas
Repleto de bolsas, controle de alcoolemia
Esquinas, becos
Gente que trafica e gente que se usa
E embora os burros sempre voem
E os camelos se afoguem no mar
A vida é bonita demais
Pra perder tempo trabalhando
E se o trabalho dignifica
Ou deixa de dignificar
Se eu não sei o que isso significa
Que se dane, eu volto a traficar
Como?
Afogando minhas mágoas, passando cartão
Subindo tensões, descendo escadas
Repleto de bolsas, controle de alcoolemia
Esquinas, becos
Gente que trafica e gente que se usa
Afogando minhas mágoas
Passando cartões
Subindo tensões
Descendo escadas
Repleto de bolsas
Controle de alcoolemia
Esquinas, becos
Gente que trafica e gente que se usa