Zamba a Monteros
A ella que le gusta que todos la nombren
Con una guitarra y un bombo legüero
A ella que le gusta que le enciendan coplas
Por eso te nombra mi canto Monteros
A ella que me viera de chango mirando
Al ingenio tibio corazon de hierro
A ella que las cañas la visten de verde
Por eso te nombro en mi canto Monteros
Y mas dulce que tus guarapos
Son las niñas que hay en tu pueblo
Se que por tus venas de azucar despierta
Toda la alegria mi linda Monteros
A ella que el poeta la vio tempranera
Tarareando duendes de vinos pateros
Y dejo en su cielo la rosa galana
Por eso te nombra mi canto Monteros
A ella que en noviembre le pide a los grillos
Otra vez el canto del hombre zafrero
A ella que le gusta que le enciendan coplas
Por eso te nombra mi canto Monteros
Y mas dulce que tus guarapos
Son las niñas que hay en tu pueblo
Se que por tus venas de azucar despierta
Toda la alegria mi linda Monteros
Zamba a Monteros
Aquela que gosta que todos a chamem
Com uma guitarra e um bombo legüero
Aquela que gosta que acendam suas canções
Por isso te nomeia meu canto, Monteros
Aquela que me viu de moleque olhando
O engenho morno, coração de ferro
Aquela que as canas a vestem de verde
Por isso te nomeio em meu canto, Monteros
E mais doce que seus guarapos
São as meninas que tem no seu povo
Sei que por suas veias de açúcar desperta
Toda a alegria, minha linda Monteros
Aquela que o poeta viu de manhã cedo
Cantando melodias de vinhos de pai
E deixou no seu céu a rosa elegante
Por isso te nomeia meu canto, Monteros
Aquela que em novembro pede aos grilos
Mais uma vez o canto do homem que colhe
Aquela que gosta que acendam suas canções
Por isso te nomeia meu canto, Monteros
E mais doce que seus guarapos
São as meninas que tem no seu povo
Sei que por suas veias de açúcar desperta
Toda a alegria, minha linda Monteros