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eixos de liberdade

Mercurio

Hachas de Libertad

Anatomia de barrio huellas de alquitran
Control rutinario y amor digital
La maquinaria amenaza con avanzar
Voces roboticas quieren manipular

Atemporal sentido de metal
Por largas calles listas para matar
Hachas rayadas que otorgan libertad
Dando vida a esta enferma sinfonia

Que encierra el poder
De un preludio infernal
Un trance nocturno porteño espacial
En vida los muertos se retorceran
Con llantos vacios por la eternidad

De noche y día en los charcos refleja su andar
Esquivando algún control policial
Rojas pupilas brote que empieza a quemar
Sonrisas complice dejando todo atrás

Encierra el poder
De un preludio ancestral
Un trance nocturno poteño espacial
En vida los muertos se retorceran
Con llantos vacios por la eternidad

Bajo el duro invierno
O el calor del Sol
Resumiendo el mundo en algún callejón
Viajan melodias por cada brinco
Sirviendo a algún diablo y a su diversión

eixos de liberdade

impressões de alcatrão de anatomia de vizinhança
Controle de rotina e amor digital
A maquinaria ameaça avançar
Vozes robóticas querem manipular

sensação atemporal de metal
Através de longas ruas prontas para matar
Machados listrados concedendo liberdade
Dando vida a esta sinfonia doentia

que contém o poder
De um prelúdio infernal
Um transe noturno espacial em Buenos Aires
Na vida, os mortos vão se contorcer
Com lágrimas vazias pela eternidade

Noite e dia nas poças reflete sua caminhada
Esquivando-se de algum controle policial
Botão de pupila vermelha que começa a queimar
Sorrisos cúmplices deixando tudo para trás

bloqueie o poder
De um antigo prelúdio
A poteño space night trance
Na vida, os mortos vão se contorcer
Com lágrimas vazias pela eternidade

sob o inverno rigoroso
Ou o calor do sol
Resumindo o mundo em algum beco
Melodias viajam para cada salto
Servindo algum demônio e sua diversão