Qualms Of Reality
Redundant cruelty
Children are shoveled into enclosed solitude
In lack of value cause by minor defects
Each one an unsuitability
Outside the publics field of vision
Left to die on a bed of concrete
While the rich swallows ostentation
Distorted minds screaming for consolation
The vanity of convenience rules the world
Locked up
Who cares about rights
So what
If the world's a bit rude
The prosperous
Pay to keep it concealed
Leaving problems untouched because of fear
Abondoned lives
Hundreds in a room, staring with empty swollen eyes
Mutilated possibilities
Enslaved by insanity
The belligerent arrogance of the leaders
Strangles the subjecteds right
To a childhood of safety
Nightmares but for real for ever engraved
In the minds of lost infancies
Shut out
From this dying world of calumny
Infanticide
A thousand souls a day flows away with the breeze
Living corpses, breathing lungs filled with disease
Underdeveloped twisted thoughts, trying to understand
Unfairly secluded by the prevailing injustices
That pushes this mentally ill world
Over the edge of acceptance
Locked up
Who cares about rights
So what
If the world's a bit rude
The prosperous
Pay to keep it concealed
Leaving problems untouched because of fear
Death inside, without reach-their freedom. bound to feel,
Within-
Illness floating. souls in penury, soon to fade out-aggravation
In
Charge...bemoan oppression, extensive carnage behind walls of
Uncertainty, we'll realise as the floods of insight come down
Dúvidas da Realidade
Crueldade redundante
Crianças são empurradas para a solidão enclausurada
Sem valor por causa de pequenos defeitos
Cada uma uma inadequação
Fora do campo de visão do público
Deixadas para morrer em uma cama de concreto
Enquanto os ricos engolem ostentação
Mentes distorcidas gritando por consolo
A vaidade da conveniência domina o mundo
Trancadas
Quem se importa com direitos
E daí
Se o mundo é um pouco rude
Os prósperos
Pagam para manter tudo escondido
Deixando problemas intocados por causa do medo
Vidas abandonadas
Centenas em uma sala, encarando com olhos inchados e vazios
Possibilidades mutiladas
Escravizadas pela insanidade
A arrogância beligerante dos líderes
Estrangula o direito dos sujeitos
A uma infância segura
Pesadelos, mas reais, gravados para sempre
Na mente de infâncias perdidas
Excluídos
Deste mundo moribundo de calúnias
Infanticídio
Mil almas por dia se vão com a brisa
Cadáveres vivos, pulmões respirando cheios de doença
Pensamentos retorcidos e subdesenvolvidos, tentando entender
Injustamente isolados pelas injustiças predominantes
Que empurram este mundo mentalmente doente
Para o limite da aceitação
Trancados
Quem se importa com direitos
E daí
Se o mundo é um pouco rude
Os prósperos
Pagam para manter tudo escondido
Deixando problemas intocados por causa do medo
Morte por dentro, fora de alcance - sua liberdade, amarrada a sentir,
Dentro -
Doença flutuando. almas na penúria, logo a desaparecer - agravamento
Dentro
Responsáveis... lamentam a opressão, carnificina extensa atrás de muros de
Incerteza, perceberemos quando as inundações de percepção descerem.