Lilac Queen
Comet streams and the rocket scenes
And cyclone-turning seas
Thy foes profanely rage
Hands washed, Pontius-Pilate-clean
In proud Euphrates' stream
Where no one knows my name
I'll be long, long gone
I'll be long, long gone
On the slopes at Courchevel
All moon-rides, lifts are full
Go search the world beneath.
Cladding breach at 3-mile beach
All spent fuel pools are full
It's all the same to me
I'll be long, long gone
I'll be long, long gone
In such fell repose, you suppose
That mouth will finally close
When you're long long gone?
I was born of a thought of mine
I was the ISIS flag design
You were a Lilac Queen
Paddling through your empire's streams
I was born of a thought of mine
Born of the stillborn heart of mine
You were the Werewolf King
Peddling round your sapphire ring
Soon is the swing of the Hammerhand
Same is the low-flying day of the Vultureman
Circling the earth I go
Slobbering out of my oatmeal wisdom:
Nearer the boots to the solid floor
Or restless thought to the waves of a foreign shore?
Racing the sun, I rose
Hastening lest thy gates be closed;
But I find... that there is time
Rainha de Lilás
Rastros de cometas e cenas de foguetes
E mares girando como ciclones
Teus inimigos se enfurecem profanamente
Mãos lavadas, limpas como Pôncio Pilatos
No orgulhoso rio Eufrates
Onde ninguém sabe meu nome
Eu estarei longe, longe ido
Eu estarei longe, longe ido
Nas encostas de Courchevel
Todos os passeios na lua, os elevadores estão cheios
Vá procurar o mundo abaixo.
Fenda na cobertura na praia de 3 milhas
Todos os poços de combustível gasto estão cheios
Pra mim, é tudo a mesma coisa
Eu estarei longe, longe ido
Eu estarei longe, longe ido
Em tal repouso sombrio, você supõe
Que essa boca finalmente vai se fechar
Quando você estiver longe, longe ido?
Eu nasci de um pensamento meu
Eu era o design da bandeira do ISIS
Você era uma Rainha de Lilás
Remando pelos rios do seu império
Eu nasci de um pensamento meu
Nascido do coração natimorto que eu tinha
Você era o Rei Lobisomem
Vendendo ao redor do seu anel de safira
Logo vem o balanço da Mão de Martelo
Igual é o dia de voo baixo do Homem-Vulto
Circulando a terra eu vou
Babando minha sabedoria de aveia:
Mais perto das botas do chão sólido
Ou pensamento inquieto nas ondas de uma costa estrangeira?
Correndo com o sol, eu me levantei
Apressando-me para que teus portões não se fechem;
Mas eu descubro... que ainda há tempo