Furia, Maquinas, Destino...
La maquinaria nunca
Se detiene ante nada
La maquinaria no da
Nunca otra oportunidad
Desventurado de aquel
Que cruce su camino
Vacío intento, fugaz
Querer cambiar el destino
Anoche soñé
Con alguien en quien creer
Y cuando desperté
De rabia lloré
Furia sin contener
Maldito amanecer
Fúria, Máquinas, Destino...
A maquinaria nunca
Para diante de nada
A maquinaria não dá
Nunca outra chance
Desgraçado aquele
Que cruzar seu caminho
Tentativa vazia, fugaz
Querer mudar o destino
Sonhei ontem à noite
Com alguém em quem acreditar
E quando acordei
De raiva eu chorei
Fúria sem conter
Maldito amanhecer