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Não Há Direito

Miguel Aceves Mejía

No Hay Derecho

Yo no sé lo que me ha dado
Yo no sé lo que me has hecho
Sólo sé que no hay derecho
Pa no dejarme vivir
Tus ojos se me han quedado
Clavados aqui en el pecho
,mi corazón no hay derecho
De ser tu nombre a latir.

A veces el sol de invierno
Nos quema consu calor
A veces es un infierno
El celo de nuestro amor.

No subiste quererme
No quieres y no te obligo
El tiempo es bueno amigo
Me dirá porque razón
Tal vez para convencerme
Que la roca no se abranda
Que no corazón no se manda
Ni hay santo sin devotión.

Le pido a Diosito calma
Para Él dijarme al olvidar
Si ya me robaste el alma
Que más me puedes quitar..

Não Há Direito

Eu não sei o que me deu
Eu não sei o que você fez
Só sei que não há direito
De não me deixar viver
Teus olhos ficaram
Cravados aqui no meu peito
Meu coração não tem direito
De ser teu nome a pulsar.

Às vezes o sol do inverno
Queima com seu calor
Às vezes é um inferno
O ciúme do nosso amor.

Você não subiu pra me amar
Não quer e não te obrigo
O tempo é um bom amigo
Vai me dizer a razão
Talvez pra me convencer
Que a rocha não se amolece
Que o coração não se manda
Nem há santo sem devoção.

Peço a Deus um pouco de calma
Pra Ele me ajudar a esquecer
Se já me roubou a alma
O que mais pode me tirar?

Composição: Chucho Monge