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Não, Negrita Não

Miguel Aceves Mejía

No, Negrita No

Yo no soy el negro "tombo"
Que bailaba en el manglar
Ahora soy el negro fino
Que ingresó en la sociedad

Mis modales han cambiado
De manera radical
Y al hablar ahora no digo
La "suidad" por la ciudad

Yo no soy el negro "tombo"
Que bailaba en el manglar
Ahora soy el negro fino
Que ingresó en la sociedad

Mis modales han cambiado
De manera radical
Y al hablar ahora no digo
La "suidad" por la ciudad

No, negrita, no
No bailes más la conga así
No, negrita, no
Mira que soy de sociedad

Pues si a mí me ven bailando
Como en el solar
Toda mi argumentación
De negro fino
Se me va a acabar

No, negrita, no
No me tientes más

No, negrita, no
No bailes más la conga así
No, negrita, no
Mira que soy de sociedad

Pues si a mí me ven bailando
Como en el solar
Toda mi argumentación
De negro fino
Se me va a acabar

No, negrita, no
No me tientes más

Não, Negrita Não

Eu não sou o negro "tombo"
Que dançava no mangue
Agora sou o negro chique
Que entrou na sociedade

Meus modos mudaram
De forma radical
E ao falar agora não digo
A "suidad" por cidade

Eu não sou o negro "tombo"
Que dançava no mangue
Agora sou o negro chique
Que entrou na sociedade

Meus modos mudaram
De forma radical
E ao falar agora não digo
A "suidad" por cidade

Não, negrita, não
Não dance mais a conga assim
Não, negrita, não
Olha que sou de sociedade

Pois se me veem dançando
Como no barraco
Toda a minha argumentação
De negro chique
Vai se acabar

Não, negrita, não
Não me tente mais

Não, negrita, não
Não dance mais a conga assim
Não, negrita, não
Olha que sou de sociedade

Pois se me veem dançando
Como no barraco
Toda a minha argumentação
De negro chique
Vai se acabar

Não, negrita, não
Não me tente mais

Composição: Arturo J.Ojea