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Inmerecido

Miguel Angel Oroyo Perez

Inmerecido

Ni siquiera de rodillas soy digno de estar ante ti
Mi voz es polvo, mi alma está quebrantada
En la sombra de tu gloria, me deshago en el suelo
¿Cómo puede alguien tan imperfecto cantar tu nombre santo?

Pero tu amor rompe barreras
Tu gracia me levanta de la nada
Lo que era vil, tú lo llamas precioso
Lo que estaba muerto, tu voz lo resucita

Soy indigno, pero tú me llamas
Soy nada, pero tú me vistes de luz
En tus heridas encontré mi libertad
Gritaré tu amor, aunque la tierra tiemble
Jesús, mi rey, mi único digno (oh-oh-oh)

Si todo el cielo es tu trono, ¿qué hago yo aquí de pie?
Solo tu sangre me acredita, solo tu nombre me autoriza
Quítame las sandalias, este lugar es sagrado
No por mi mérito, sino por tu infinita bondad

Indigno, pero amado
Gracia indignante, amor irracional
Que los muros caigan, que los cielos se abran
Mi iniquidad borrada, tu justicia me cubre
Yo soy tu creación renovada

Soy indigno, pero tú me llamas
Soy nada, pero tú me vistes de luz
Rey de reyes, señor de señores
Te entrego todo mi ser, aunque tiemblen los cielos

Inmerecido

Nem de joelhos sou digno de estar diante de ti
Minha voz é poeira, minha alma está quebrada
Na sombra da tua glória, eu me desfaço no chão
Como pode alguém tão imperfeito cantar teu nome santo?

Mas teu amor quebra barreiras
Tua graça me levanta do nada
O que era vil, tu chamas de precioso
O que estava morto, tua voz ressuscita

Sou indigno, mas tu me chamas
Sou nada, mas tu me vistes de luz
Em tuas feridas encontrei minha liberdade
Gritarei teu amor, mesmo que a terra trema
Jesus, meu rei, meu único digno (oh-oh-oh)

Se todo o céu é teu trono, o que faço eu aqui em pé?
Só teu sangue me credencia, só teu nome me autoriza
Tira minhas sandálias, este lugar é sagrado
Não por meu mérito, mas por tua infinita bondade

Indigno, mas amado
Graça indignante, amor irracional
Que as paredes caiam, que os céus se abram
Minha iniquidade apagada, tua justiça me cobre
Eu sou tua criação renovada

Sou indigno, mas tu me chamas
Sou nada, mas tu me vistes de luz
Rei dos reis, senhor dos senhores
Te entrego todo meu ser, mesmo que os céus tremam

Composição: Miguel Angel Oroyo Perez