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Casa da Violeta

Miguel Facchiano

La casa de Violeta

En la casa de Violeta
Nunca enluta la poesía
La energía aun te toma
Y recuerda que esta viva.

En la casa de Violeta
Todo el mundo hace nido
Pero una es la guardiana
De sus muros con sentido.

En la casa de Violeta
Aun persiste esa estela
Te atraviesa como un rayo
Ni bien cruzas por la puerta.

En la casa de Violeta
Aun sigue viva la Parra
Que se vino desde Chile
Con un poncho y su guitarra.

En la casa de Violeta
Se perturba el mas consciente
Con hilos de mil colores
Y unos mates bien calientes.

En la casa de Violeta
Nunca falta una guitarra
Para las penas cantar
A las dos de la mañana.

En la casa de Violeta
Aun se cose todavía
Dos siglos, el mismo techo
Cuatro manos en las lineas.

En la casa de Violeta
Se respira arte puro
Y si ya estuviste allí
No lo olvidaras seguro.

En la casa de Violeta
En la casa de Violeta.

Casa da Violeta

Na casa de Violeta
Nunca chora poesia
A energia ainda leva você
E lembre-se de que ela está viva.

Na casa de Violeta
Todo mundo faz um ninho
Mas um é o guardião
De suas paredes significativas.

Na casa de Violeta
Essa trilha ainda persiste
Parece que você gosta de um raio
Assim que você entra pela porta.

Na casa de Violeta
A videira ainda está viva
Que veio do chile
Com um poncho e seu violão.

Na casa de Violeta
O mais consciente é perturbado
Com fios de mil cores
E alguns companheiros muito quentes.

Na casa de Violeta
Nunca falta uma guitarra
Pois as tristezas cantam
Às duas da manhã.

Na casa de Violeta
Ainda costurando ainda
Dois séculos, o mesmo teto
Quatro mãos nas linhas.

Na casa de Violeta
A arte pura é respirada
E se você já estava lá
Você não vai esquecer isso com certeza.

Na casa de Violeta
Na casa de Violeta.

Composição: Miguel Facchiano