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Terra de Calma

Miguel Poveda

Tierra de Calma

No dice más quien más habla, ¡cuidao!
Ni es más cante el que se grita
Ni en la guitarra más notas compañero
Van a dar duende a la vía!
Ni en la guitarra más notas compañero
Van a dar duende a la ‘vía’!

Que siempre tenga en las manos
El mordisco de la tierra
Y en la voz los arañazos
Con los temblores
Que dan las guerras
Y en la voz los arañazos
Con los temblores
Que dan las guerras

Y ahora está sonando en mí
¿De dónde viene esa voz?
Que ahora resuena en mí
Del corazón o del tiempo
De las sombras, de la tierra
De la música del sueño
Que ahora está sonando en mí
¿De dónde viene esa voz?

Estoy asomao a un río
Y por más que miro no veo el fondo
Unos ojos que me miran
Solo un hombre que se queda solo
Estoy asomao a un río
Y no puedo ver el fondo, ¡ay!

Ya veo el sur que vine a buscar
Que me llama, ¡ay!
Cielo de luz que me dio
Esta tierra de calma… ¡Ay!

Leireirei
Leireire
Leireirei ole!
Ay! Ole!

Terra de Calma

Quem mais fala não fala mais, cuidado!
Nem é mais canto o que se grita
Nem no violão mais notas cara
Eles vão pegar a estrada!
Nem no violão mais notas cara
Eles vão dar uma chance ao 'caminho' pelo seu dinheiro!

Que você tenha sempre em suas mãos
A mordida da terra
E na voz os arranhões
com os tremores
O que as guerras dão
E na voz os arranhões
com os tremores
O que as guerras dão

E agora está tocando em mim
De onde vem essa voz?
Isso agora ressoa em mim
Do coração ou do tempo
Das sombras, da terra
Da música do sono
Isso agora está tocando em mim
De onde vem essa voz?

Estou olhando para um rio
E não importa o quanto eu olhe, não consigo ver o fundo
Alguns olhos que olham para mim
Apenas um homem deixado sozinho
Estou olhando para um rio
E não consigo ver o fundo, ai!

Já vejo o sul que vim procurar
Isso me chama, oh!
Céu de luz que me deu
Esta terra de calma… Oh!

Leireirei
Leireire
Leireirei ole!
Oh! Ei!

Composição: Juan Carlos Romero