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Champanhe

Mikel Erentxun

Champagne

Armas de mujer en noches de champagne
hoy te puedo ver en la oscuridad
en la oscuridad te puedo ver
Ya son las diez
tu te has ido y no se que desayunar
si tu no estas
me conformo con cafe o con algo mas
No se porque si no como al despertar
me siento mal
ya sabes que de mañana es especial
sin prisa
No hay nada en la television
no queda pan
quizas un poco de champagne
me haga reaccionar
me haga controlar la situacion
Horas muertas que se van
estando a solas tu y yo
con un poco de champagne
No se que hacer
en Madrid o San Sebastian si no estas tu
sera el champagne
me recuerda aquella vez contigo en ku
Burbujas frescas del color
de un buen cristal
sin noches secas de sabor
las que tu me das
las que tu me das
sabor de amor
Armas de mujer en noches de champagne
hoy me bebere lo que tu me des
lo que tu me des
sorprendeme
No hay nada en la television
no queda pan
quizas un poco de champagne
me haga reaccionar
me haga controlar
la situacion.

Champanhe

Armas de mulher em noites de champanhe
hoje eu posso te ver na escuridão
na escuridão eu posso te ver
Já são dez
você foi embora e não sei o que tomar no café da manhã
se você não está
me contento com café ou algo mais
Não sei por que se não como ao acordar
me sinto mal
já sabe que a manhã é especial
sem pressa
Não tem nada na televisão
não sobrou pão
talvez um pouco de champanhe
me faça reagir
me faça controlar a situação
Horas mortas que se vão
estando a sós você e eu
com um pouco de champanhe
Não sei o que fazer
em Madri ou San Sebastián se você não está
será o champanhe
me lembra daquela vez contigo no ku
Bolhas frescas da cor
de um bom cristal
sem noites secas de sabor
as que você me dá
as que você me dá
sabor de amor
Armas de mulher em noites de champanhe
oh, hoje eu vou beber o que você me der
o que você me der
me surpreenda
Não tem nada na televisão
não sobrou pão
talvez um pouco de champanhe
me faça reagir
me faça controlar
a situação.

Composição: Diego Vasallo / Mikel Erentxun