From The Store
Sadly coming back to a forgotten life
something waits quietly
a formless voice calls with colors
thoughts that don't belong asking
who the predatorial hands of trees reach for
fog of rotting hands climbing
shaking broken teeth from the leaves
beware the harsh, unyeilding light waiting
it's promises are pools of acid
these promises they make are pools of blood
they surface from the lake to watch
tired cries evaporate
pulled by the temples into arctic indifference
they swim in green prisms
exposed brick withers to dust gripping streams of bursting static
no dignity lays trapped under fallen limbs
if it invades your blood it will hunt down your nerves and spread fires
dread of the fumes now unfastened and rolling
under the bellowing pleas of helpless wind
the trees preside
Da Loja
Infelizmente, voltando para uma vida esquecida
algo espera em silêncio
uma voz sem forma chama com cores
pensamentos que não pertencem perguntando
quem as mãos predatórias das árvores buscam
neblina de mãos podres subindo
sacudindo dentes quebrados das folhas
cuidado com a luz dura e implacável que espera
suas promessas são poças de ácido
essas promessas que fazem são poças de sangue
elas emergem do lago para observar
gritos cansados evaporam
puxados pelos templos para uma indiferença ártica
eles nadam em prismas verdes
tijolos expostos se desfazem em poeira agarrando correntes de estática explosiva
nenhuma dignidade fica presa sob os galhos caídos
se isso invadir seu sangue, vai caçar seus nervos e espalhar incêndios
a apreensão dos vapores agora soltos e rolando
sob os gritos desesperados do vento impotente
oas árvores presidem