The Noble Ancestry
Come to me, don't feel afraid...
Come to me, my princess...
The fog embraced my fate, your fate
Wandering souls in the slow, stately walk of the centuries
The dark age in which we were
The noble ancestry that didn't know the defeat
Staggered under the hits of deception
I missed you, my princess
I wandered for centuries, from age to age
With no peace, looking for you
With no peace, looking for you
Do you believe in destiny?
Then the fate turned in our favour, i saw you...
And i understood that you were my princess
Barriers was set between us by the enemies
But we was, we are, we'll be the noble ancestry
Two bodies, in one body
Two souls, in one soul
But the fear that gripped us was less strong than the blood
That flowed in our glorious veins, than love in our souls
I feel you, you are close to me and nobody can stop us now
Because we are together, together as one...
Two bodies, in one body
Two souls, in one soul
Through inexpressible years
Our roads runned separated
Unaware, one of the each other
Living ignorant our non-life
But a look was be enough
And through our eyes endless landscapes was opened
Known altough unknown
Images of lands in far off times
Images of lands in far off times
Two bodies, in one body
Two souls, in one soul
Lands in which reality and spell amalgamates
Sliding one in the other, in the legend
And in which gates between countless universes
Was opened for few moments
Becoming fleeting and ethereal, every perception
One look and the blood called...
Bringed back our minds to the instant in which
Oneiric creatures get together to human bodies
To start a new race of glorious blood
United altough separated
By a past tense but never past...
One look and the blood called
The noble ancestry
The noble ancestry
The noble ancestry
The noble ancestry
Beware we are returned
Beware we will return
A Nobre Ancestralidade
Venha até mim, não tenha medo...
Venha até mim, minha princesa...
A névoa abraçou meu destino, seu destino
Almas vagando na lenta e majestosa caminhada dos séculos
A idade das trevas em que estávamos
A nobre ancestralidade que não conheceu a derrota
Cambaleando sob os golpes da decepção
Eu senti sua falta, minha princesa
Vaguei por séculos, de era em era
Sem paz, procurando por você
Sem paz, procurando por você
Você acredita em destino?
Então o destino virou a nosso favor, eu te vi...
E entendi que você era minha princesa
Barreiras foram erguidas entre nós pelos inimigos
Mas nós éramos, somos, seremos a nobre ancestralidade
Dois corpos, em um corpo
Duas almas, em uma alma
Mas o medo que nos dominou era menos forte que o sangue
Que corria em nossas veias gloriosas, que o amor em nossas almas
Eu sinto você, você está perto de mim e ninguém pode nos parar agora
Porque estamos juntos, juntos como um...
Dois corpos, em um corpo
Duas almas, em uma alma
Através de anos inexplicáveis
Nossos caminhos correram separados
Inconscientes, um do outro
Vivendo ignorantes da nossa não-vida
Mas um olhar foi o suficiente
E através dos nossos olhos, paisagens sem fim se abriram
Conhecidas, embora desconhecidas
Imagens de terras em tempos distantes
Imagens de terras em tempos distantes
Dois corpos, em um corpo
Duas almas, em uma alma
Terras em que realidade e feitiço se amalgamam
Deslizantes uma na outra, na lenda
E nas quais portões entre inúmeros universos
Se abriram por poucos momentos
Tornando-se fugazes e etéreos, cada percepção
Um olhar e o sangue chamou...
Trouxe nossas mentes de volta ao instante em que
Criaturas oníricas se juntam a corpos humanos
Para começar uma nova raça de sangue glorioso
Unidos, embora separados
Por um passado, mas nunca passado...
Um olhar e o sangue chamou
A nobre ancestralidade
A nobre ancestralidade
A nobre ancestralidade
A nobre ancestralidade
Cuidado, nós retornamos
Cuidado, nós voltaremos