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Espelho Crescente

Minsk

Crescent Mirror

Chaos mirroring the eye of eternity.
As surely as the tightening grip of singularity.
From the disgrace of life's mundanity.
The purveyors of immaculate imperfection.
We the purveyors of immaculate insurrection.
We will float through the fog like specters in time.
Skirting life's lines staring hope in the eye.
Take shelter from martyrs' eyes for it is told in fallen skies.
Luminous haze consumes our days.
Brought to the face of time.
Consumed with flames consumed by blame.
In dreams we forgave there at the end of our days.
Passing shadows passing time in excess my dreams lie.
From where am I child.
To what should I pretend?
As a child I spoke as a child.
To speak now as other than a child.
To that I shall pretend.

Espelho Crescente

Caos refletindo o olho da eternidade.
Assim como o aperto firme da singularidade.
Da desgraça da banalidade da vida.
Os vendedores da imperfeição imaculada.
Nós, os vendedores da insurreição imaculada.
Flutuaremos pela névoa como espectros no tempo.
Desviando das linhas da vida, encarando a esperança de frente.
Busque abrigo dos olhos dos mártires, pois está escrito nos céus caídos.
A névoa luminosa consome nossos dias.
Levados à face do tempo.
Consumidos pelas chamas, consumidos pela culpa.
Em sonhos perdoamos, lá no fim dos nossos dias.
Sombras passando, tempo em excesso, meus sonhos jazem.
De onde eu sou, criança?
A que devo fingir?
Como criança eu falava como criança.
Falar agora como algo além de uma criança.
A isso eu irei fingir.

Composição: Minsk